terça-feira, 30 de março de 2010
ÍNDICE DOS ASSUNTOS DIVERSOS
Rolos do Mar Morto serão visíveis na Internet
BLOGS
Blogs do Oswaldo
COMUNISMO
Lula contra o Vaticano - AMEAÇA. Gente Finíssima!
Monteiro Lobato não pode, já pornografia...
Não somente bispos e padres
Ontem Genocidas; hoje heróis!
Padre abre o bico e desce a Lenha no PNDH-3
CONVERSÕES
20 pastores anglicanos ingressam na Igreja Católica
Anglicanos Voltam à Plena Comunhão com a Igreja Católica
CULTURA
Protestantismo e a Cultura
DEVOÇÃO
Vinde Espírito Santo
DOMINGO
Sábado - Lei Moral e Lei Cerimonial
EVANGÉLICOS
Diz que Crente mente compulsivamente
EX-PADRES
Ex-espião do Vaticano
HERESIAS 10 perguntas que nenhum católico responde Caiu a máscara do diabo Evangélicos elegem os seus piores sites apologéticos Filiação Satanânica e Filiação Divina Inquisição protestante Mentiras do Pastor Pedofilia - Em boa hora padres começam a regir contra calúnias IGREJA "A Igreja de Cristo não é a Católica nem as Evnagélicas" dizem alguns
MARIA SANTÍSSIMA Mãe de Deus - Por que "Mulher" no lugar de mãe? Nossa Senhora de Lourdes - 1.ª Aparição Nossa Senhora de Lourdes - 2.ª Aparição
MILAGRES - mais de 2000 corpos Incorruptos - milagre que se repete há 674 anos
POLÍTICA
AMEAÇA - Lula contra o Vaticano
CNBB pede para não votar na Dilma
Gente finíssima!
Não somente bispos e padres
Nossa Senhora de Lourdes - Primeira Aparição
Padre abre o bico e desce a lenha no PNDH-3
PROMOÇÕES ESPECIAIS
Nedina Garcia - Cabelereiros - O Visual de Seu Sonho
SACERDOTES
Jesuítas - "Astuciosos e Hipócritas"
Jesuítas - Ordem e juramento
Ex-espião do Vaticano
SANTOS
Nossa Senhora das Flores - Milagre que se repete há 674 anos
SOCIAIS
Sejam todos benvindos!
SUDÁRIO O homem do sudário
10 PERGUNTAS QUE NENHUM CATÓLICO CONSEGUE RESPONDER
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1 - Pedro 2:6 - “Também condenou as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-os as cinzas, tornando-as como exemplo do que acontecerá com os ímpios” - O PÓ TBM É IMORTAL?RESPOSTA: - O pó não pode morrer, pois é matéria sem vida. Acho que
deveria reformular a pergunta, talvez inquirindo se a MATÉRIA É ETERNA. Questão chocha e sem sentido. Vamos ver se a outra é mais inteligente.2 - "18 No Seol [sheol], ninguém te agradece, ninguém louva o teu nome, os que estão ali não confiam na tua fidelidade. 19 São os vivos, e somente os vivos que te louvam, como eu te louvo agora". COMO VC INTERPRETA O "SOMENTE OS VIVOS"???.
RESPOSTA: - Deus nos revela didaticamente as verdades sobre si mesmo e sobre o homem e seu destino eterno. Você acredita, porventura, que existam outros deuses além do único e verdadeiro? Entretanto, dentro de sua didática, falando a pagãos, Deus se manifesta como Deus dos deuses (Deuteronômio 10,17; Salmos 83,8; Daniel 3,90, etc.). Mas como? Existem outros deuses? Claro que não! Ele começa a ensinar o homem segundo sua crença errada, mas, com o passar dos tempos ele vai purificando a revelação que culminou com Cristo e com o Espírito Santo.3 - “E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (Ec.12:7). Se o espírito de todos sobe para Deus, então não é uma alma imortal e muito menos a própria pessoa. Pois se assim o fosse, TODO MUNDO seria salvo e iria imediatamente para o Céu.
RESPOSTA: - ESPÍRITO E ALMA - A esta nem é preciso fazer trabalhar minha massa cinzenta. Já tenho a resposta pronta:
"Na linguagem comum, costumamos usar estas duas palavras como sinônimas, designando, através delas, o elemento espiritual, imortal, de cada um de nós, assim como lemos no cântico de Maria (Lucas 1, 46 - 47)
“A minha alma glorifica o senhor, o meu espírito exulta em Deus meu salvador”.
Citamos, algumas passagens Bíblicas em que a palavra “espírito” é também, empregada como sinônima de “alma”:
“o pó volta à terra como o era, e o espírito volta a Deus, que o deu” (Ec 12,7)
“...no qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão” (1 Pedro 3, 19);
“E apedrejaram a Estevão, que orava e dizia: senhor Jesus, recebe o meu espírito” (Atos 7, 59).
E agora citamos outras passagens em que, ao contrário, a palavra “alma” é usada como sinônimo de “espírito”.
“Porque não deixarás a minha alma no Hades nem permitirás que aquele que te é leal veja a corrupção” (Atos 13, 35)
“Porque vós não abandonareis minha alma na habitação dos mortos, nem permitireis que vosso Santo conheça a corrupção”.(Salmos 15, 10).
“E quando abriu o quinto selo, vi por baixo do altar (junto de Deus) as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus” (Apocalipse 6, 9);
“e vi as almas (que não é o sangue) daqueles que foram executados com o machado pelo testemunho de Jesus” (Apocalipse 20, 4).
Alma e espírito, visto serem de uma só substância e natureza, formam um único elemento, uma entidade (indivíduo) única, imortal. Quando o corpo morre, esta entidade, alma (que não é o sangue) e espírito num só e único elemento, porque imortal, volta para Deus onde terá julgamento (Romanos 14, 10) (2 Coríntios 5, 10) na esperança da ressurreição da carne (manifestação pública de todos).
Outras passagens Bíblicas parecem estabelecer distinção entre o corpo e o elemento que compõe espírito e alma, como se lê na carta aos Tessalonicenses (1Tessalonicenses 5, 23).
Neste conjunto, corpo alma e espírito não parecem o sangue que é substância integrante do corpo, e que perece unido ao corpo.
Podemos ver na Bíblia que alma tem o mesmo sentido de espírito.
Exemplos:
“Estendeu-se em seguida sobre o menino por três vezes, invocando de novo o Senhor: Senhor, meu Deus, rogo-vos que a alma deste menino volte a ele. O Senhor ouviu a oração de Elias: a alma do menino voltou a ele, e ele recuperou a vida”. (1 Reis 17,21-22)
“É somente por ele que sua carne sofre; sua alma só se lamenta por ele”. (Jó 14,22)
“Não temais aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode precipitar a alma e o corpo na geena”. (Mateus 10,28)
“Aliás, temos na terra nossos pais que nos corrigem e, no entanto, os olhamos com respeito. Com quanto mais razão nos havemos de submeter ao Pai de nossas almas, o qual nos dará a vida?” (Hebreus 12,9)
“Porque não reconheceu aquele que o formou, aquele que lhe inspirou uma alma ativa e lhe insuflou o espírito vital”.(Sabedoria 15,11)
É errado dividir o homem em corpo, alma e espírito, como fazem a maioria dos protestantes. Leia (Gênesis 2,7) e compare com (Eclesiastes 12,7) leia (Mateus 10,28) e compare com (1Coríntios 5,3) leia (Gênesis 25,7-8) e compare com (1Coríntios 7, 34) ler ainda (Gênesis 25,17) e compare com (Atos 7,59).
Como vimos, a Bíblia em certas passagens, fala só de espírito e em outras fala só de alma. Contudo, o ser humano é corpo e alma, não pode ser dividido em três, mas sim em dois"
Autor: Jaime Francisco de Moura
resposta: - Mais uma questão de didática divina. Veja, então como o Espírito Santo termina esta questão, falando pela boca de nosso primeiro Papa:
ESPÍRITOS DETIDOS - " ... ele [Cristo] foi pregar aos espíritos que ERAM DETIDO NO CÁRCERE, àqueles que outrora, nos dias de Noé, TINHAM SIDO REBELDES..." (I São Pedro 3, 18-19). Quanto ao "subir para Deus, está escrito:
"Ninguém subiu ao céu senão aquele que desceu do céu, o Filho do Homem que está no céu" (São João 3,13).
Até a Redenção operada por Cristo, nenhum homem tinha estado no Céu, junto a Deus. Os maus estavam no inferno; os que ainda tinham algum pecado pelo quais não mereciam a condenação eterna, estavam no cárcere mencionado por São Pedro, no quala desceu Cristo para pregar às almas ali detidas; os justos estavam num lugar chamado "Seio de Abraão" segundo a parábola contada por Cristo.
Com a morte de Cristo, em primeiro lugar vemos que o ladrão arrependido vai para o céu com Cristo; uma chusma de justos mortos ressuscitam e entram na "cidade santa" (o Céu).
5 - Atos 2,34 "Porque Davi não subiu aos céus, mas ele próprio declara: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita. O texto diz claramente que Davi ainda não havia subido aos Céus. Ora, aonde foi parar Davi, então? Ele morreu e foi para o inferno? Não, pois a Bíblia diz que ele era um homem justo e correto diante de Deus"
RESPOSTA: - Segundo as palavras de Cristo, ninguém ainda subira aos céus. Os justos se encontravam no "Seio de Abraão"6 - João 14, 2 "Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. 3 Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais. 4 E vós conheceis o caminho para ir aonde vou." Não há espaços para duplas interpretações. O texto é claro quanto a quando iremos para junto de Cristo. Não é quando nós morrermos, mas quando ELE VOLTAR...
RESPOSTA: - Com isto parece que você não crê na onipresença de Cristo o qual é Deus segundo está escrito: "E novamente, ao introduzir o seu Primogênito na terra, diz: Todos os anjos de Deus o adorem (Sl 96,7). (Hebreus 1,6)". A segundo vinda de Cristo se dará visivelmente, não significando que ele não esteja junto à sua Igreja. Foi esta a sua promessa: "... Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo" (São Mateus 28, 17-20)
7 - 16 "Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. 17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. 18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. 19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. 20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem." Um pouco mais adiante nesta passagem, Paulo diz: “Se, como homem, lutei em Éfeso com feras, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (v.32). Paulo diz que se não fosse pelo fato da RESSURREIÇÃO, confirmada e garantida pelo próprio Cristo, “os que dormiram em Cristo PERECERAM”. Se “pereceram”, é porque a ressurreição não se teria dado, e a pregação do evangelho fora “vã”, uma vez que os mortos em Cristo não estariam desfrutando a vida, e sim mortos no pó da terra. Também, segundo o vs. 32, a melhor opção seria aproveitar hedonisticamente esta vida: “comamos e bebamos, que amanhã morreremos”. Estas passagens claramente são uma refutação da tese de que os que “dormem em Cristo” estão em algum lugar, já garantidos pela eternidade. Qual nada, se não fosse o fato da ressurreição, ressaltado pelo contexto, teriam perecido.
RESPOSTA: - Que mistureba insana! O texto apenas diz que se Cristo não ressuscitou dentre os mortos, tão-pouco se realizará a nossa esperança da ressurreição final, quando, então, nossa alma se unirá ao nosso corpo. Isto não implica que as almas (ou os espíritos) dos justos já não estejam no gozo da visão beatífica de Deus.
8 - ”Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (verso 18) Vixi.... olha q coisa....
O apóstolo terminou a consolação dele e SE ESQUECEU DE FALAR Q OS MORTOS ESTÃO COM CRISTO!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Olha q jeito legal de consolar os caras... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ele tbm se esqueceu de falar da união da alma imortal com o corpo... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk esqueceu de falar q eles estão intercedendo lá em cima pela gente... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk mas que apóstolo mais malvado..... os católicos deveriam dar uma lição nele sobre esse assunto!!! Isso é jeito de consolar os pobrezinhos?????!!!! O contexto é totalmente voltado para a esperança da ressurreição dentre os mortos. A pergunta que incomoda os imortalistas é: Por que razão Paulo não consolou os tessalonicenses dizendo que os mortos já estavam no Céu, mas em momento nenhum disse isso e trouxe como única esperança de “consolo” a ressurreição dentre os mortos? Por que razão Paulo iria ocultar uma verdade tão fundamental e importante que iria “matar a charada” de uma vez? Por que Paulo não fez isso também em nenhuma de todas as suas outras epístolas? Se os mortos já estão com Cristo, o que custava Paulo ter consolado os tessalonicenses com ESSA palavra, e não frisar apenas na RESSURREIÇÃO?
RESPOSTA: - Pô, cara!!! Pra que tanto carnaval??? Veja isto: "Eu vos digo: fazei-vos amigos com a riqueza injusta, para que, no dia em que ela vos faltar, eles vos recebam nos tabernáculos eternos." (São Lucas 16,9).
Quando seremos afastados da administração dos bens que nos foram confiados por Deus, isto é, quando acontecerá que estas riquezas irão nos faltar? Claro que isto se dará quando o Senhor nos chamar para prestar contas de nossa administração, que, fique bem claro, isto se dará com a nossa morte. "Tendas Eternas" significa moradas celestes, nas quais, nossos amigos nos receberão. Ora se nos vão receber é claro sinal de que lá estão. Eles nos antecederam na posse dos bens eternos.
9 - Atos 25 "19 Ao contrário, tinham alguns pontos de divergência com ele acerca de sua própria religião e de um certo Jesus, já morto, o qual Paulo insiste que está vivo" Se todas as pessoas ao morrerem fossem direto para o Céu ou para o Inferno, independente de serem justas ou injustas, será que Paulo precisaria insistir com eles para provar que Jesus está vivo? Absolutamente que não! Não seria nem necessário provar, já que todos os mortos já estão vivos em algum lugar! E veja que o foco é no presente: Paulo insiste para tentar provar que Cristo ESTÁ vivo; e não somente que ele “ressuscitou” ou “reviveu”. Se a imortalidade da alma fosse a crença da época e dos primeiros cristãos, então Paulo definitivamente não teria que se esforçar a fim de provar que JESUS está vivo, até porque TODOS os mortos já estariam vivos! Se Paulo teve que INSISTIR com eles para PROVAR que JESUS está vivo, então evidentemente é porque os outros em geral estão mortos.
RESPOSTA: - Há uma diferença que lhe passou despercebida; Cristo está vivo em seu corpo glorioso, assim como Elias, que fora arrebatado, apareceu envolto em glória (Lc 9,30-31). Quando separado de seu corpo seu Espírito não morreu (pois é imortal), pois foi "pregar" aos espíritos (almas) dos que estavam retidos no cárcere.
10 - Para vc ter uma noção, o sopro é o q o próprio Deus soprou em nós para nos tornar-mos almas viventes (seres vivos). Se fosse uma entidade consciente PRESA dentro de nós, então continuaria conosco após a nossa morte, mas isso não é verdade: A BÍBLIA CARACTERIZA A MORTE COMO A RETIRADA (REPITO: RETIRADA) DO FOLEGO DE VIDA (SOPRO). Ora, se o fôlego de vida (sopro, espírito) SÁI dele então não continua com ele. A vida deriva de Deus, é sustida por Deus, e retorna para Deus.
RESPOSTA: - A este "sopro de Deus" podemos entender que ele, juntamente com a vida, insuflou também a alma no homem. A alma (ou espírito) é imortal e a morte do homem se dará com a sua separação do corpo e esta é a primeira morte. A "segunda morte" mencionada no Apocalipse deve-se entender como a perda definitiva da vida divina em nós pela separação da verdadeira vida que é o próprio Deus.
POSTAGEM SEGUINTE - A Universidade de Wittenberg se tornou um centro de pesquisa astrológica no século XVI (ver Oestamann, 2003,32-5).

POSTAGEM ANTERIOR - A Bíblia é clara: "A mulher é a grande cidade" Ap 17,18:

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segunda-feira, 8 de março de 2010
CAIU A MÁSCARA DO DIABO
Um “crente” apavorado,
foi fazendo alarido,
disse: “se os santos julgam,
nós “crente” ta é perdido! ........ (Mt 19,28),(1 Cor 6,2)
Nós esculhambamos eles
desde o dia de nascido”.
Jesus disse: “é bom que pagues,
pelo teu atrevimento.
Tu passeias com a bíblia,
mas não tem conhecimento.” .........(2Tm 3,7)
O diabo pegou o “crente”
e jogou buraco adentro.
Os da igreja Universal
prá serem salvos primeiro,
diziam pagarem dízimo
ao “bispo” Edir Macedo.
O “bispo” tirou a máscara
ficaram todos com medo,
pois o “bispo” era o diabo
o tempo todo em segredo.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
INQUISIÇÃO PROTESTANTE - INÉDITO
A INQUISIÇÃO PROTESTANTE
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Introdução
O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos, e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as levianas acusações protestantes contra a Igreja Católica sorrateiramente mudaram a palavra “inquisição”, que quer dizer apenas: “sindicância”, “investigação”, em sinônimo de “matança de pessoas”. Ainda hoje, esse erro circula no meio protestante. Tal quimera caiu por terra, quando o renomado historiador Agostino Borromeo, após demorado estudo sobre a inquisição, concluiu que não chegaram a cem, o número de mortes, cometidas por católicos que em desobediência ao Papa, empregaram pena de morte contra os inquiridos.
Antes, abramos um parêntese, para de fato mostrarmos conforme os historiadores, que muita calúnia se lançou contra a Igreja Católica, no que concerne a falsa acusação de matança de “centenas”, “milhares” e até “milhões” de pessoas. Pura lenda, que na verdade não passava de mentira estratégica protestante, fomentada por anticatólicos como: Russel Hope Robbins, o apostata Doelling, Jules Baissac, Jean Français e Reinach.
O próprio Rui Barbosa quando principiante inexperiente, traduziu “O Papa e o Concílio” uma obra de um deles, do Doelling, e se arrependeu mais tarde, proibindo no prefácio a publicação da mesma, pelas calúnias apaixonadas. Dizia mais tarde Rui Barbosa, quando maduro e experiente: “Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: religião ou a Católica ou nenhuma.” (Livro Oriente, Carlos Mariano de M. Santos (1998-2004) artigo 5º).
Publicou a Agência européia de notícias Zenit: [CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 16 de junho de 2004 (ZENIT.org).- Atualmente, os pesquisadores têm os elementos necessários para fazer uma história da Inquisição sem cair em preconceitos negativos ou na apologética propagandista, afirma o coordenador do livro «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”».
No volume, Agostino Borromeo, historiador, recolhe as palestras do congresso que reuniu ao final de outubro de 1998, no Vaticano, historiadores universalmente reconhecidos especializados nestes tribunais eclesiásticos.
«Hoje em dia --afirmou essa terça-feira, em uma coletiva de imprensa de apresentação do livro, o professor da Universidade «La Sapienza» de Roma-- os historiadores já não utilizam o tema da Inquisição como instrumento para defender ou atacar a Igreja».
Diferentemente do que antes sucedia, acrescentou o presidente do Instituto Italiano de Estudos Ibéricos, «o debate se encaminhou para o ambiente histórico, com estatísticas sérias».
O especialista constatou que, à «lenda negra» criada contra a Inquisição em países protestantes, opôs uma apologética católica propagandista que, em nenhum dos casos, ajudava a conseguir uma visão objetiva.
Isto se deve, entre outras coisas --indicou--, ao «grande passo adiante» dado pela abertura dos arquivos secretos da Congregação para a Doutrina da Fé (antigo Santo Ofício), ordenada por João Paulo II em 1998, onde se encontra uma base documental amplíssima.
Borromeu ilustrou alguns dos dados possibilitados pelas «Atas do Simpósio Internacional “A Inquisição”»
Revela o historiador sobre os processos e condenação referentes ao tribunal católico: “dos 125.000 processos de sua história, a Inquisição espanhola condenou à morte 59 «bruxas». Na Itália, acrescentou, foram 36 e em Portugal 4. Se somarmos estes dados --comentou o historiador-- não se chega nem sequer a cem casos...”
A Inquisição na Espanha, afirmou o historiador, em referência ao tribunal mais conhecido, celebrou entre 1540 e 1700, 44.674 julgamentos. Os acusados condenados à morte foram 1,8% e, destes, 1,7% foi condenado em «contumácia», ou seja, pessoas de paradeiro desconhecido ou que em seu lugar se queimavam ou enforcavam bonecos].(1) Até aqui a notícia de ZENIT.org.
Outro historiador, o protestante, Henry Charles Léa, cita 47 bulas, nas quais a Santa Sé continuamente insiste na jurisprudência que deve se observar nos tribunais eclesiásticos católicos. Alertam para não cair na violência e injustiças freqüentes dos juizes leigos. Basta folhear a monumental obra do próprio Léa, para convencer-se que na realidade as bruxas foram perseguidas e condenadas mais pelos detentores do poder civil e pelos protestantes do que pelo tribunal católico. (2)
Também o historiador Daniel Roups, é categórico nos seus registros: ”Foram numerosos os cânones dos concílios que, excomungando os hereges e proibindo os cristãos de lhes darem asilo, não admitiam que se utilizassem contra eles a pena de morte. Deviam bastar as penas espirituais ou, quando muito, as penas temporais moderadas”. (3).
João Paulo II enviou uma mensagem com motivo da apresentação das «Atas» do Simpósio Internacional sobre a Inquisição, na qual sublinha a necessidade de que a Igreja peça perdão pelos pecados cometidos por seus filhos através da história. Ao mesmo tempo, declarava, «antes de pedir perdão é necessário conhecer exatamente os fatos e reconhecer as carências ante as exigências cristãs».
Pelos filhos da Igreja Católica, que em desobediência cometeram alguns crimes, o Papa João Paulo II pediu perdão. Mas, quando o protestantismo cessará de deturpar, omitir e caluniar, reconhecendo finalmente os extermínios que cometeu e atribui maldosamente aos católicos? Fecha parêntesis
VEJAMOS ENTÃO, A VERDADE DOCUMENTAL, E A CRUELDADE SEM PRECEDENTES DOS TRIBUNAIS PROTESTANTES.
A quantidade de registros literários dos próprios protestantes é vasta, porém, estranhamente ocultada pelos livros escolares, pela imprensa e mídia em geral. Muitas vezes vemos o que é omitido pelo lado protestante sendo por esses veículos, atribuídos maldosamente à Igreja Católica.
- O próprio Lutero nos legou o relato dessa prática, anos antes de lançar-se em revolta aberta, dizia: “(...) os hereges não são bem acolhidos se não pintam a Igreja como má, falsa e mentirosa. Só eles querem passar por bons: a Igreja há de figurar como ruim em tudo.” (Franca, Leonel, S.J. A Igreja, a reforma e a civilização, Ed. Agir, 1952, 6ª ed. Pág. 200).Uma vez no protestantismo, já ensinava Lutero aos protestantes: "Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da igreja (luterana)." (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).
Logo a mentira, a omissão e o falso testemunho se tornaram a coluna da doutrina dos pseudos “reformadores” protestantes.
A crueldade foi especialmente severa na Alemanha protestante. As posições de Lutero, contra os anabatistas, causaram a morte de pelo menos 30.000 camponeses. (4)
Calvino, pai dos presbiterianos, mandou queimar o espanhol Miguel Servet Grizar, médico descobridor da circulação sanguínea. Acusado de heresia, Servet foi preso e julgado em Lyon, na França. Conseguiu evadir-se da prisão e quando se dirigia para a Itália, através da Suíça, foi novamente preso em Genebra, julgado e condenado a morrer na fogueira, por decisão de um tribunal eclesiástico sob direção do próprio Calvino. A sentença foi cumprida em Champel, nas proximidades de Genebra, no dia 27 de outubro de 1553. Puseram-lhe na cabeça uma coroa de juncos impregnada de enxofre e foi queimado vivo em fogo lento com requintes de sadismo e crueldade. (5)
Outro famoso perseguidor de bruxas na Alemanha, foi Nicholas Romy, considerado grande especialista e que escreveu um longo tratado sobre bruxaria, teve sobre sua consciência a morte de 900 pessoas. (7)Já Froehligh, reitor da Universidade de Innsbruck e catedrático de Direito, que chegou a ser chanceler da Alta Áustria, insistia em que não só as supostas bruxas fossem condenadas, senão também seus filhos! E não se precisava muito para ser considerada bruxa, pois o seria qualquer pessoa que não tivesse um olhar franco.(8)
Naquele ambiente de superstição, crueldade e pânico perante as bruxas, foi possível o aparecimento de um Franz Buirmann, pervertido magistrado protestante e degenerado inimigo da bruxaria. Era um juiz itinerante. Referindo-se a ele dizia seu contemporâneo Hermann Loher: "Preferiria mil vezes ser julgado por animais selvagens, cair numa fossa cheia de leões, de lobos e ursos, do que cair em suas mãos".Deste impiedoso juiz se afirma que somente em duas incursões que realizou por pequeninas aldeias ao redor de Bonn, que perfaziam um total de 300 pessoas contando-se crianças e velhos, queimou vivas nada menos que 150 pessoas! Consta que ao menos em duas oportunidades (da viúva Boffgen e do Alcaide de Rheinbach), o juiz se apoderou de todos os bens dos condenados à fogueira (o Alcaide de Rheinbach era seu inimigo político. . .).(9)Em Bamberga, sob a administração de um bispo protestante, queimou-se 600 pessoas. Na Genebra protestante, foram queimadas 500 pessoas no ano 1515. (10).
Se os protestantes do passado nenhum valor davam a essas muitíssimas vidas ceifadas no fogo, muito menos valor dão os protestantes de hoje, que por ignorância, orgulho ou omissão, se escusam de um simples pedido de perdão, para não ter que admitir as iniqüidades que falaciosamente atribuem aos outros.
A técnica, é a mesma do gatuno que bate uma carteira e grita: “pega ladrão!!!” Baseados no grito do gatuno, as mal informadas e ou mal intencionadas editoras de livros didáticos, a imprensa e a mídia, fazem o resto do trabalho sujo. Tudo contribui para a perdição do que não busca conhecer a verdade.Dizia Marcus Moreira Lassance Pimenta: “Ao ignorante, basta uma mentira bem contada para que a tenha como verdade. E ao sábio, não há mentira que o impeça de buscar a verdade”.
Bibliografia:
1. Agência Zenit, Sunday, June 20, 2004 1:17 PM.
2. Henry Charles Léa, A History of the inquisition of the Middle Ages, 3 vols. Nova Yorque, Happer, 1888, principalmente vol. I, pp. 137ss; tradução de Salomon Reinach, Historie de L’Inquisition au Moyen-Áge. Ouvrage traduit sur l’exemplaire revu et corrigé de l’auter, 3 vols., Paris, 1900-2 vol. 3.
3. Daniel-Rops, História da Igreja de Cristo, vol. III, A Igreja das Catedrais e das “Cruzadas”, Quadrante, pp. 605-606.
4.. VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Editoras, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249.
5. http://www.adventistas.com/marco2003/miguel_servetus.htm
6. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres Partes Divisão, Wittenberg, 1635.
7. Nichólas Romy, Daemonolatriae Libri Tres, Lião, 1595; Colônia, 1596; Frankfurt, 1597.
8. Johan Christopher Froehlich von Froehlichsberg, De sorcelleria, Innsbruck, 1696; tradução: Animismes, Paris, Orent, 1964, pp. 62ss.
9. Cf.. Jacques Finné, Erotismo et sorcellerie, Verviers (Bélgica), Gerard, 1972; tradução de Charles Marie Antoine Bouéry, Erotismo e feitiçaria, São Paulo, Mundo Musical, 1973, p. 41.
10. W. Bommbeg, The mind of man: the history of man’s conquest of mental illness, 2ª ed., Nova Yorque, Harpel, 1959; tradução: La mente del hombre, Buenos Aires, 1940.
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A SEVERIDADE DOS TRIBUNAIS PROTESTANTES
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Foram terríveis os genocídios causados pelos protestantes na Alemanha. A então Alemanha estava dividida em mais de trezentas circunscrições, cada uma delas com seu próprio Supremo Tribunal civil e seu Direito particular. A perseguição às bruxas e a severidade dos castigos, dependiam geralmente dos respectivos senhores de cada região, que governavam com muita independência e poder quase absoluto.
Dentro de cada região, havia oscilações pendulares inclusive extremas, segundo os critérios subjetivos do mesmo senhor e segundo os conceitos das diversas sucessões no poder através dos anos e dos séculos. Daí a dificuldade em se calcular o número de pessoas condenadas à fogueira e à forca na Alemanha. Mas, das crônicas e processos regionais que chegaram até nós, cabe deduzir, que as vítimas se contaram por milhares. Gardner calcula 9 milhões (1). Morrow simplesmente diz que foram milhões (2).
W. A. Schoeder, contemporâneo aos fatos, anotou que nas localidades de Bamberg e Zeil, entre 1625 e 1630, (cinco anos) se realizaram nada menos que 900 processos de bruxaria. Deles (numa exceção), 236 terminaram com condenação à morte na fogueira. Só num ano, 1617, em Wurzburgo, foram queimadas 300 bruxas (3); em total nesta região, as atas apresentam l.200 condenações à morte (4).
Em 20 anos, de 1615 à 1635, em Estrasburgo, houve 5.000 queimas de bruxas (5).
Em cidades pequenas como a imperial Offenburg, que só tinha entre dois e três mil habitantes, se desenvolveram acérrimas perseguições às bruxas durante três decênios, e em só dois anos, segundo as atas, foram queimadas 79 pessoas (6).Segundo o VERITY MURPHY em 16/6/2004, da BBC de Londres, o novo e mais completo relatório da inquisição, indica que, no auge da Inquisição, a Alemanha protestante matou mais bruxas e bruxos que em qualquer outro lugar.
Na Suíça, quando protestante, os casos de condenação de bruxas descritos nas crônicas conservadas, chegam a 5.417 (7). Nos Alpes Austríacos, as mortes chegaram ao menos a 5.000 (8).
Era absolutamente falsa a afirmação de muitos autores protestantes ingleses, de que a Inglaterra foi uma exceção dentro da bruxomania geral.Segundo Ewen, (9), que cita documentos oficiais, o número de condenados à pena de morte por bruxaria, na Inglaterra protestante, exatamente de 1541 a 1736, teria sido menos de mil. As condenações à morte teriam sido menos de 30% das acusações. Mesmo assim, o comportamento inglês não fugiu ao ditado de que não há regras sem exceções.
Na Inglaterra destacava-se o protestante Mathew Hopkins que se autodenominava "descobridor geral de bruxas". Parece que era um sádico encoberto. Quando encontrava uma mulher que excitava seus instintos sexuais anormais, obrigava-a a despir-se na sua presença e começava a fincar com uma agulha, as diversas partes do corpo dela (assim se procuravam áreas insensíveis, o que seria sinal de possessão demoníaca).Mas... ele mesmo diante de outros protestantes, foi acusado de possuir estranhos poderes. Submetido às provas de bruxaria que empregara, foi condenado e morto (10).Na Inglaterra não era necessário aplicar torturas — às vezes se deram! — porque a condenação freqüentemente era sentenciada sem necessidade de confissão por parte do acusado (11).
Em 1562 a rainha Elizabeth, e a versão definitiva do Witch Act ou “lei contra os bruxos”, de Jacques I em 1604, condenavam à morte a pessoa que tivesse feito qualquer malefício pretendendo acabar com a vida ou danar o corpo de alguém. Mesmo que não se percebesse efeito nenhum do malefício! Esta lei se manteve em vigor na Constituição até 1736.
Os protestantes do Reino Unido foram lentos. Na Inglaterra do século XVII, na área da interpretação dos fenômenos misteriosos ainda grassava a superstição demonológica, e houve várias condenações. O último juízo por bruxaria foi já entrado o século XVIII, em 1717, (12). E ainda demorariam mais vinte anos para abolir o estatuto inglês contra as bruxas, em 1736 (13).
A última morte por condenação como bruxa, na Escócia, foi em 1738. Na Irlanda, a lei contra bruxaria não foi abolida até 1821!Em 1863, segunda metade do século XIX!, o povo inglês ainda linchou um velho por considerá-lo bruxo.
As perseguições protestantes atravessaram o Atlântico, e chegaram aos EUA. O primeiro corpo de estatutos — The Body of Liberties — que houve em Massachusetts, é de 1641 (14). Nele se diz: "Se algum homem ou mulher é bruxo que manifesta ou consulta um espírito familiar(?), será enviado à morte" (15).
A revisão de 1649 reiterava a mesma lei com pena capital (16). De sua vigência é um exemplo famoso, “o processo das bruxas de Salem,” em 1692. Como resquício, ainda hoje em alguns estados americanos, a pena de morte é vista com naturalidade, aos condenados gravemente pela justiça. Mudaram apenas os réus e a forma de exterminar.
O pânico da população perante as bruxas e a ira contra elas, refletem-se no caso de Ann Hibbins. Parece que foi acusada por motivos meramente socioeconômicos. Era irmã de um rico comerciante e antigo assistente da colônia, Richard Beilingham, que fora governador da Baía de Massachusetts. O júri a condenou. Os juizes não aceitaram o veredicto. O caso foi levado à Corte Geral. Foi fácil incitar a opinião pública. Tanto pressionaram a Corte que Ann Hibbins foi condenada à morte (17).
ATÉ CRIANÇAS ERAM QUEIMADAS PELOS PROTESTANTES
No ano 1670, na Suécia, houve um processo deplorável: Como conseqüência das declarações, arrancadas pelas interrogações feitas pelos teólogos protestantes, foram queimadas 70 mulheres, açoitadas mais 56, queimadas 15 crianças que já tinham chegado aos 16 anos e outras 40 foram açoitadas (18).
Na Alemanha protestante, o poder civil condenou Anna Maria Schwugelin. Foi decapitada como bruxa em 1759.
No dia 18 de junho de 1782, o governo protestante ainda decapitou uma bruxa na Suíça (19).
Agora os protestantes têem aqui reunidos, grande parte dos números de mortes, nomes e documentos, para a própria cruel “inquisição” de seus tribunais, que tanto omitem. E isso não é tudo.
Atacado por um diabólico ódio racial, Lutero antes de sua morte, lançou o panfleto “Contra os judeus e as suas mentiras.” onde pregava aos alemães, toda sorte de desumanidade contra os judeus, culminando no holocausto nazista. Esta obra, está reproduzida na “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.
Dia 6 de maio de 1527, quando saquearam Roma, cerca de quarenta mil homens espalharam na Cidade Eterna o terror, a violência e a morte. Eram seis mil espanhóis, quatorze mil italianos e vinte mil alemães, quase todos luteranos, esses últimos, indivíduos perversos, gananciosos, desprovidos de qualquer escrúpulo. Gritavam: ”Viva Lutero, nosso papa!!!”. Ávidos, incansáveis na busca das riquezas, dos despojos do inimigo, os lanquenetes luteranos e os outros invasores assaltaram, estupraram, saquearam, incendiaram, trucidaram, arrebentaram as suas vítimas, jogaram crianças pelas janelas ou as esmagaram contra as paredes. Grande parte da população foi dizimada. Conforme disse Maurice Andrieux, esse ataque a Roma "superou em atrocidade todas as tragédias da História", até mesmo a destruição de Jerusalém e a tomada de Constantinopla.
E no Brasil? Encontra-se facilmente nas enciclopédias que, os protestantes calvinistas em 15 de julho de 1570, mataram 40 jesuítas, entre eles Inácio de Azevedo, morto a CUTILADAS (golpe de espada) quando, segurando num quadro da Virgem Maria, animava a tripulação a resistir ao ataque protestante, que degolou a todos, (Enc. Microsoft Encarta 99, verbete: “Inácio de Azevedo, beato”).
Todo esse genocídio com requintes de crueldade, parece encontrar doce justificativa nas palavras de Lutero, pai do protestantismo do “somente a fé”:
“... Seja um pecador e peque fortemente, mas creia e se alegre em Cristo mais fortemente ainda... Se estamos aqui (neste mundo) devemos pecar... Pecado algum nos separará do Cordeiro, mesmo praticando fornicação e assassinatos milhares de vezes ao dia”. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther's Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).
Esta "fé", de Lutero, apesar de dirigida pela vontade, é um simples ato do intelecto. Apesar de necessária à salvação, não é suficiente. Tiago diz que até mesmo os demônios têm esta fé (Tg 2,19). É por este motivo que ele diz: "Vedes como o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé?" (Tg 2,24). Infelizmente, Lutero designou esta carta do Apóstolo de "Carta de Palha". Ele não entendeu o que Tiago está querendo dizer (sobre a fé de Abraão): "Vês como a fé cooperava com as suas obras e era completada por elas" (Tg 2,22). Sob o erro do pai do protestantismo, as seitas evangélicas ainda hoje, pregam que seus seguidores já estão “salvos”, só porque simplesmente “crêem” em Jesus. Se assim fosse, iriam encontrar Lúcifer no céu.
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Bibliografia
1. Gerald B. Gardner, Ursprung und Wirklichkeít der Hexen, Weilheim, 1965, pp. 30s.
2. F. Morrow, no prólogo e Montagne Summers, The history of wttchcraft and demonology, 2a ed., Nova Iorque, 1956.
3. Citado por Merzbacher, Die Hexenprozesse in Franken, Munique, 1975, p. 43.
4. Kurt Baschwitz, Hexen und Hexenprozesse. Die Geschichte eines Massenwalms und Bekampfung, Munique, 1963; uso a tradução de Ana Grossman, Brujas y proceso de brujeria, Barcelona, Luiz de Caralt, 1968, p. 261.
5. Cf. Wilhelm Gottieb Soldan, Geschichte der Hexenprozesse aus der Quellen dargestellt, Stutgard, 1843; 2º edição revisasda: Soldan-Ludwig Julius Heppe, Geschichte der Hexenprozesse, 2 vols. Stuttgard, 1880; 3º edição revisada: Soldan –Heppe-Max Bauer, com o mesmo título, Munique, 1012, tomo I, p. 530..
6. Idem, Soldan –Heppe-Max Bauer, ibidem, p. 251.
7. Na tese doutoral de G. Bader, Die Hexenprozesse in der Schweiz, Zurique, 1945, p. 219.
8. Fritz Byloff, "Hexenglaube und Hexenverfolgung in der õsterreichischen Alpenlander" in Quellen zur deutschen Volkskunde, 1934, caderno 6, p. 159.
9. C. L. Ewen, Witccraft and demonianism, Londres, Muller, 1970; Witch hunting witch trial, Londres, 1062; Nova Iorque, Harper, 1971.t.
10. Ramiro A. Calle, La magia negra y el ocultismo (técnicas para el conocimento de si mismo y de los demás), Barcelona, Cedel, 1968, p. 271s.
11. Cf. Ronald Seth, Children against witches, Londres, Robert Hale, 1969, p. 14; Davies, Four centuries…, op. cit.
12. Mair, La brujería..., op. cif, p. 216.
13. Fox, Science..., op. cit., p. 25; sobre a Bruxaria na Inglaterra, Peter Haining, A circie of witches - An anthology of victorian witchcraft stories, Londres, Robert Hale, 1971; idem, The anatomy o f witchcraft, Londres, Souvenir, 1972; tradução de René Cárdenas Barrios, La anatomia de Ia brujería, México, Diana, 1976..
14. The body of liberties é reproduzido por William Witmore (ed.), The Colonial Laws of Massachusetts. Reprinted from the edition of 1660, with suplements to 1672. Containing also the Body of Liberties of 1641, Boston, City Council, 1889.
15. Ibidem, Liberty, 94, Capital Lawa, p. 55.
16. Cf. Winfield S. Nevins, Witchcraft in Salem Village in 1692, Salem-Massachusetts, Salem-Press, 1916, pp. 29s.
17. Thomas Hutchinson, History of the Colony of Massachusetts Bay, Londres, Thomas and John Fleet, 1764, p. 187; William F. Poole, "Witchcraft in Boston" in Justin Windsor (ed.), Memorial history of Boston, Boston, Tickner, 1881, tomo 2, p. 130.
18. B. Bekker, De betoverde wereld, Amsterdã, p. 576-587; trad.: Le monde enchaté, 6 vols. Paris, 1964.
19. Mair, La brujería..., op. cif, p. 216.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
POR QUE FUGIRAM EM DISPARADA?

Fonte: "Mentiras em Sites Religiosos" (protestantes)
Por aqui passou pastores O bode que aqui chegou,
debandou desapontado,
incapaz de refutar
o que foi denunciado.

Eles chegam por aqui
de rabicho balançando,
logo, notam que a coisa
não é como tão pensando,
e o rabo que balança
um adeus logo vai dando.
que prometeu “dar lapada”,
mas, levou tanto do pau,
que não prestou mais pra nada.
O sujeito mal chegou
e fugiu em disparada.
Tinha um tal de Luiz,
da figura de Leão,
Oswaldo o refutou
e ele em contradição
apagou logo seu post
e fugiu feito ladrão.

Quando o “Louro José”
por aqui apareceu,
não respondeu as questões
e logo se escafedeu.
Já Humberto Purpurina,
virou pó, se derreteu.

.
feito boi no matadouro,
já todo desconfiado,
e logo perdeu o couro.
Não sabemos se tá vivo
ou se tá tomando soro.
e só levou bordoada,
se era desmascarado,
a foto logo trocava.
O seu post rotativo
nem ele mesmo agüentava.
logo foi desmascarado,
esculhambou todo mundo
e fugiu desesperado.
Daquele tempo pra cá
ficou desequilibrado.

Lin@ chegou por aqui
toda vestida de freira,
mas, levou um safanão
e debandou na carreira.
Se virou num gavião,
sofreu na baleadeira.
O Tomaz “Turbando” foiexpelido de uma vez.
Chegou aqui arrogante,
mas, refutação não fez.
Júnior, latia alto,
mas, foi só um “Pequenez”.

cheio de espaçamento,
reticência e caixa alta,
causou aborrecimento.
Não sabia escrever
seu errado pensamento.
.O Tiago e o Vanildo
nada puderam fazer.
partiram pro vandalismo,
patinaram no dendê,
levaram um pé na bunda
pra nunca mais esquecer.

coçando que nem frieira,
levou um banho de álcool,
embolou pela ladeira,
virou uma indiazinha
pra fugir da brincadeira.
O Portal tem duas caras,a outra é Daniel.
Cobra de duas cabeças
aqui tem que usar chapéu.
Nem sabia escrever,
foi logo p’ro beleléu.

Roosevelt embora tenha
não teve a sorte de Bush,
a coisa foi diferente:
levou uma sapatada
que perdeu todos os dentes.

Pedimos p’ro rebelado
que seja “crente” valente:
chegue cá, pra debater
as denúncias da gente.
Mas, não vá se escafeder
se a coisa ficar quente,
como fez os que citei
nesse cordel diferente.
Mentiras em nossos sites,nenhum deles encontrou.
As mentiras protestantes
nenhum deles refutou.
“Só a verdade liberta”,
Jesus Cristo assim falou.























































































