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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"MULHER" NO LUGAR DE "MÃE"

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UM EVANGÉLICO:
- "... tenho lido a bíblia católica versão ave maria, consultei, inclusive a versão online, e não achei em nenhum lugar Jesus chamando maria de mãe, se ele não chamou de mãe é porque não é, ou vai falr que voce chama sua mãe de mulher? "
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Se Jesus, o melhor de todos os homens e o filho mais perfeito, não a chamava de "mãe" é porque havia outra forma, ainda mais excelente de chamá-la: "MULHER". Não uma qualquer, pois aquela que é chamada pelo Espírito Santo de "MÃE DO SENHOR", não pode ser uma qualquer, e sim a que haveria de esmagar a cabeça da serpente infernal (Gen 3,15) através de sua descendência, N. S. J. Cristo.



Você disse: "... se ele não chamou de mãe é porque não é... ". Pois bem, se efetivamente Maria Santíssima não é a Mãe de Deus, como se explica esta contradição bíblica constante de Lc 1,43 proclamada por alguém "cheio do Espírito Santo"? Leia e se alegre com os católicos:

"Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?" (São Lucas 1,43)

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sábado, 15 de janeiro de 2011

MENTIRAS DO PR. BATISTA S. MONTGOMERY

Refutando o Pr. Batista Steve Montgomery

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O Pr. batista Steve Montgomery, da Igreja Batista independente de Ourinhos, S.P elaborou um fantasioso “guia histórico,” repleto de absurdos erros históricos, mentiras e omissões, com o destemido propósito de explicar a sua igreja.

Atraído pelo odor de enxofre das inverdades do “guia histórico” do pastor, fui compelido a refutar-lhe os embustes e provar a verdadeira origem dos batistas.

Este é o link onde encontra-se o tal “guia histórico” do pastor:

http://solascriptura-tt.org/EclesiologiaEBatistas/BatistasNosSeculosEBrasil-Montgomery.htm


Abaixo, nossa refutação em
azul.


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Primeiro século d.C.


1. 26-30 d.C. A igreja de Jesus Cristo constituída.

Fato. Igreja no singular.

A. Jesus Cristo ajuntou alguns judeus convertidos e batizados para começar a "sua igreja." Data e local desconhecidos. Não havia organização formal.

Pura calúnia! No início dos anos 30, na Palestina, Jesus manifestou o interesse de fundar a Igreja (Mt 16,18), Igreja esta que teria autoridade (Mt 18,17), cujo sinal de unidade seria a pessoa de Pedro (Mt 16,18-19; Jo 21,15-17; etc). Pedro era o líder escolhido por Cristo: "E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: "Apascenta os meus CORDEIROS."... “Apascenta as minhas OVELHAS." (João 21,15-16).

Todas as vezes que os evangelistas nomeavam os doze apóstolos, o faziam invariavelmente começando por Pedro e terminando por Judas, com os demais ocupando lugares diferentes (Mt 10, 2-4, Mc 3, 16-19, Lc 6, 14-16, Atos, 1, 13). Se não é difícil imaginar o porquê do último lugar ao traidor, também não o é o primeiro para Pedro. Mateus é explícito: "Primeiro, Simão que se chama Pedro." (Mt 10, 2-4). Tentava o pastor Montgomery apenas fazer parecer comum, a desordem organizacional que é o protestantismo.

B. Jesus deu apóstolos e profetas à igreja. Eles estão no fundamento dela.

Fato.

1. Não há apóstolos e profetas atualmente. Não são necessários.

Estranhamente há vários falsos apóstolos e profetas entre os evangélicos e a “profetiza” Ana Paula Valadão na batista.

C. Jesus deu a fé, ou a doutrina apostólica, à igreja uma só vez para sempre.


Pura calúnia! Jesus deixou o Espírito Santo para orientar a Igreja.
“Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade, porque não falará por si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciar-vos-á as coisas que virão.” (João 16, 12-13)


1. Ela (a Igreja), é completa e não há necessidade de receber novas revelações.

Fato. Isso exclui todas as seitas heréticas incluindo o protestantismo tardio.

D. Jesus deu a batismo à igreja. É o batismo de João que Ele próprio recebeu.

Epa! O batismo de Jesus não é o de João, com apenas água. Disse João batista: “Eu vos batizo com água, para arrependimento, Mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.” (Mt 3,11)

1. É a imersão em água do crente confesso, em obediência à direção do Espirito Santo pela igreja que Jesus fundou e enviou ao mundo.

Alto lá! Nada de “imersão” precisamente. Em (At 8,36-38), lemos sobre o batismo do eunuco etíope, feito pelo diácono Filipe, no caminho entre Jerusalém e Gaza, onde geograficamente, não existe nenhum rio ou lagoa em que seria possível batizá-lo por imersão. Há apenas pequenas nascentes. - (At 9,18-19) relata o batismo de Saulo convertido numa casa de Damasco. Não havia piscina nem tempo para batismo por imersão. - Em ( At 16,33 ) S. Paulo batizou o carcereiro, e nos cárceres romanos não havia piscina!

E. Jesus deu a ceia memorial à igreja para lembrar dele até a sua volta.

Ops! “ceia memorial”??? Cristo está fisicamente presente nos alimentos consagrados desta cerimônia, que deve ser feita até sua volta visual ao mundo. “Examine-se, pois, a si mesmo o homem, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque aquele que o come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor." (1Cor 11, 28-29).

1. É feito com o pão sem fermento e o cálice em memória do corpo e sangue de Cristo.


Corrigindo: com pão ázimo e vinho no altar. E não pão de padaria com suco de uva. Para a comunidade, o pão consagrado basta, como consta nas Escrituras: (Jo 6, 58), (At 2, 42), (At 2, 46-47),(At 20, 7).

F. Jesus deu disciplina à igreja para que ela continue separada do mundo, e para o crescimento espiritual dos seus membros.

Assim tem ocorrido com a Igreja Católica fundada por Cristo. Sua matriz fica num país especial, o Vaticano, guardado por filhos de uma nação neutra, a Suíça, e onde o governo secular não tem qualquer domínio sobre a Igreja.

G. Jesus deu O Espirito Santo à igreja para que ela tenha a sua direção, presença e poder até a volta de Cristo.


Fato. Isso contradiz o pastor que afirmava antes: “1. Ela (a Igreja), é completa e não há necessidade de receber novas revelações.”

H. Jesus deu à igreja ordens para pregar o evangelho, batizar discípulos, e ensiná-los sua doutrina até os confins da terra e até a consumação dos séculos.


Fato. Como é bom ver o pastor falando no singular (“à Igreja”). Só a Igreja Católica estava presente quando Cristo deu tais ordens, ela é a única e verdadeira enviada de Cristo que remonta sua passagem na terra. A Igreja Católica é a única Igreja que tem o nome de seu fundador nas Escrituras.

I. A igreja de Cristo é separada do estado.

Fato. A Igreja Católica tem seu próprio governo desde que Cristo a entregou a Pedro. E desde Pedro o Estado já martirizou mais de 20 papas da Igreja.

J. Jesus prometeu que a sua igreja não morreria, Mateus 16:18.


Algumas datas históricas importantes


. Disse isso a seu líder Pedro, e não a John Smyth, fundador dos batistas no século 16.

K. Cada igreja local é independente, autônoma e sem hierarquia.

Pura calúnia! As Escrituras mostram a liderança de Pedro, o líder da Igreja de Cristo no concílio de Jerusalém: “E, havendo grande discussão, levantou-se Pedro e disse-lhes: “Irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre vós (do meio de vós), para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho e cressem.” (At 15,7). As palavras de Pedro foram acatadas por todos. Se fossem “independentes” não fariam concílio para ouvir o líder.

2. 70 d.C. A destruição de Jerusalém pelos romanos e a nação de Israel espalhada.


Ops! Jerusalém foi destruída pelo império romano pagão, que martirizou mais de 20 papas antes de ser evangelizado pela Igreja Católica.

A. Até o fim do primeiro século d.C., a igreja tinha plantado igrejas em muitas terras, tais como Palestina, Síria, Grécia, Turquia, Itália, Espanha, Bretanha, Persa, até à divisa da Índia, África, etc. A igreja era missionária!


Fato. Até hoje essas igrejas continuam corpo da mesma e única Igreja Católica sediada em Roma, “Itália” citada pelo pastor. Nenhuma dessas igrejas plantadas era protestante. Pois as protestantes só seriam fundadas 16 séculos depois.

B. Algumas heresias apareceram mas muitas igrejas continuaram fiéis.


Fato. Os papas faziam concílios e condenavam todas as heresias que iam surgindo. Essas heresias vinham dos arianos, donatistas, montanistas, novacianos, anabatistas e outros.

C. Nenhuma igreja no mundo estava ligada ao estado.

Fato. Desde Pedro o Estado já martirizou mais de 20 papas da Igreja.

D. Não haviam organizações missionárias nem associações, convenções, ou confraternizações, mas havia a obra missionária que funcionava muito bem!

Pura calúnia! Já mostramos que as Escrituras mostram a soberania de Pedro sobre os reunidos no concílio de Jerusalém (At 15,7). As palavras de Pedro foram acatadas por todos. A Igreja de Cristo não é o samba do crioulo doido protestante.

Do Segundo ao Quarto Século d.C.
1. 203 d.C. Surgiu Origenes que mudou a maneira de interpretar a Bíblia.


Ops! Favor não omitir que Orígenes teve seus ensinos condenados pela Igreja Católica no Segundo Concílio de Constantinopla.

2. 249 d.C. O Imperador Décio veio ao trono romano e exigiu que todos, sem exceção, abraçasse a religião pagã ou morresse. Muitos falsos crentes deixaram as igrejas. Quando voltaram depois da perseguição e quiseram ser membros, houve divisão no meio dos cristãos se deveriam recebe-los de volta ou não
.

O Papa Fabiano foi o vigésimo Bispo de Roma, (236-250), Ele foi um dos primeiros a sofrer o martírio pelas ordens do imperador Décio. Grande número de outros católicos também foram dizimados. Correção: Não ouve “divisão” na Igreja, apenas Novaciano, um clérigo da Ásia Menor, não admitia que cristãos que haviam negado a fé e oferecido sacrifícios aos deuses pagãos durante a perseguição de Décio, fossem perdoados e readmitidos na Igreja Católica pelo Papa Cornélio. Novaciano foi excomungado pela sua arrogância.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Novacianismo



3. 251 - 256 d.C. A origem dos novacianos. Separaram-se das igrejas que depois foram reconhecidas pelo governo.


Correção: Novaciano depois de excomungado fundou um movimento herético que acabou sendo beneficiado com a cessação das perseguições, por ocasião do Édito de Milão que declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso. Sua “teologia” influenciou posteriormente a seita dos donatistas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Novacianismo


Nessa época dizia São Cipriano que morreu no ano 258: “Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica.” (Epist. 55, n.1, Hartel, 614); “E não há para os fiéis outra casa senão a Igreja Católica.” (Sobre a unidade da Igreja, cap. 4); “Roma é a matriz e o trono da Igreja Católica.” (Epist. 48, n.3, Hartel, 607).


4. 312 d.C. A separação dos irmãos no norte da África da igrejas que depois vieram a ser a Igreja Católica Romana. Estes irmãos receberam o nome de um líder chamado Donato, um pastor de destaque na época. Eram iguais aos novacianos e duraram muitos séculos.


Quanta lorota! O que o aleivoso pastor chama de “a separação dos irmãos no norte da África” é na verdade a criação da seita de um bispo católico apostata chamado Donato, que saiu da Igreja Católica existente desde o século 1, e já havia sido governada por 31 papas. Ver lista dos papas:




O Donatismo (cujo nome advém de Donato de Casa Nigra, bispo da Numídia e posteriormente de Cartago) foi uma seita religiosa cristã, considerada herética e cismática pelo catolicismo. Surgiu nas províncias do Norte de África na Antiguidade Tardia. Iniciou-se no início do século IV e foi extinta no final do século VII. http://pt.wikipedia.org/wiki/Donatismo



5. 312 d.C. O Édito de Milão, reconhecendo o cristianismo como religião.


Pura calúnia! O Édito de Milão (313 d.C.), apenas declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição.

6. Durante este tempo, três doutrinas falsas desenvolveram-se.

Lá vem lorota protestante.

A. Formação de hierarquia.


Pura calúnia! Desde quando “formação da hierarquia” é doutrina??? Além do mais, a Igreja Católica já era uma organização constituída em sua hierarquia instituída pelos apóstolos. Já tinha sido governada por 31 papas. Ver lista dos papas: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_dos_papas



1. Alguns bispos (pastores) começaram a mandar além da sua própria igreja. Foram chamados bispos paroquiais, bispos que governaram várias igrejas, e bispos metropolitanos que governaram outros pastores.


Pura calúnia! Esse “pastores” colocado entre parênteses são hilários. O bispo Santo Inácio de Antioquia, que foi discípulo de João apóstolo (ano 110), já descrevia assim, os cargos iniciais da Igreja de Cristo: "... assim como há um bispo, um clérigo, e meus caros servidores, os diáconos. Isto irá assegurar que todo o seu proceder está de acordo com a vontade de Deus." (carta aos Filadelfos IV - ano 110).

Santo Irineu (180), registrou em sua obra: “Depois de terem fundado e estabelecido a Igreja de Roma, os bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo confiaram-na à administração de Lino, de quem fala São Paulo na Carta a Timóteo (2 Tm 4,21). Sucedeu-lhe Anacleto ...” (Contra as Heresias 3,3,2)

2. O governo das igrejas foi estruturado como o do Estado.


Pura calúnia! O estado era inimigo mortal da Igreja e lhe dizimou mais de 20 papas. Repetimos isso na esperança de que o pastor pare de mentir um dia.

B. Regeneração batismal.


Pura calúnia! A Igreja batiza adulto e seus filhos desde as ordens do apóstolo Pedro: "Disse-lhes Pedro: 'Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo. A promessa diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos que estão longe - a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar'." (Atos 2,38-39)

C. Batismo infantil.


O historiador Orígenes (+253), atesta que a Igreja sempre batizou as crianças: "A Igreja recebeu dos Apóstolos a tradição de dar batismo também aos recém nascidos". (Epist. ad Rom. Livro 5,9).

7. Havia vários grupos de Igrejas primitivas e verdadeiras:

Leia-se, seitas heréticas saídas da única e verdadeira Igreja Católica Apostólica Romana primitiva.

A. Montanistas, do século II ao século VIII.

Significado de Montanismo: doutrina herética de Montano (séc. II), a qual aplicava com rigor os dogmas do cristianismo, mas proclamava além disso uma ação constante do Espírito Santo, de quem Montano se dizia profeta. http://www.dicio.com.br/montanismo/


Ué o pastor não disse que a igreja não precisa de profeta???

B. Novacianos, do século III ao século VIII.

Assunto já refutado acima.

C. Cristãos ingleses, desde o século I até o Sínodo de Whitby em 664 d.C. Nesta data passaram a ser católicos.


Pura calúnia! Não há relatos de cristãos na Inglaterra no século 1, senão no século 3.


As evidências arqueológicas demonstram um cristianismo muito temporão, levado às ilhas Britânicas, seguramente por escravos dos assentamentos Romanos ou por cristãos que fugiam às ilhas Britânicas para libertar-se da perseguição, provavelmente através das rotas comerciais do estanho compartilhadas com Irlanda e Espanha. Esses cristãos eram católicos sim, tanto é que seus bispos estiveram presentes no Concílio de Arles, realizado em 314 d.C. na França. Desde quando acatólicos vai a concílio da Igreja?

D Cristãos na Ásia Menor das montanhas "Taurus" no sul e leste do Mar Negro, até o século .

Frase maluca, sem qualquer sentido.



Do Quarto ao Quinto século


1. 314 até 336 d.C. Silvestre I, bispo (pastor) em Roma, e o imperador Constantino estabeleceram o cristianismo como uma religião oficial do Império Romano.

Pura Calúnia! Necas de “(pastor)” entre parênteses. O papa Silvestre jamais se juntou com Constantino para isso. Constantino jamais tornou “o cristianismo como uma religião oficial do Império Romano”. Constantino era sacerdote pagão.

2. 325 d.C. Constantino presidiu o Concilio de Niceía que definiu o Credo com o mesmo nome.

Pura calúnia! Que Osio (legado do Papa), tivesse presidido o Concílio afirma-o Sto. Atanásio, contemporâneo de fato (Apol. de fuga sua, c. 5). Afirmam-no implicitamente os próprios arianos escrevendo que ele (Osio) "publicara o sínodo de Nicéia" (Ap. Athânas, Hist. arian. c. 42). Cai a farsa.

3. 330 d.C. A capital do Império foi movida para Constantinopla, (Bizâncio), ou Istambul de hoje.


Isso não compete a Igreja, é decisão do estado.

4. 337 d.C. Constantino foi batizado no leito da morte. Prova que não era cristão verdadeiro porque pensou que estava lavando todos os pecados da sua vida de uma só vez antes da morte. Ele creu na regeneração batismal.


Como estamos afirmando desde antes: Constantino sempre foi pagão, foi batizado no leito de morte na seita dos arianos, seita esta condenada antes, no Concílio de Nicéia pela Igreja Católica.

5. 476 d.C. A queda de Roma e o Império Ocidental.


Isso significou o triunfo da Igreja Católica que evangelizou seus imperadores e seu povo.

6. Os erros desta época:

Lá vem lorota!

A. As heresias já desenvolvidas foram transformadas em doutrina oficial da Igreja unida com o governo Romano, com o imperador como Pontifex Maximus ou grande sumo sacerdote do cristianismo. Constantino precisava do apoio político dos cristãos. Eles, por sua parte, queriam prestígio, poder e dinheiro.


Pura calúnia! O imperador romano era “Pontifex Maximus” do paganismo e jamais ofereceu doutrina à Igreja. O papa, é pontífice da Igreja de Cristo, muito antes de Constantino nascer. “Porque todo o sumo sacerdote, tomado dentre os homens, é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados;" (Hb 5,1)


Do mesmo modo que o Diabo era a “estrela da manhã” do mal (Is 14,12), e Cristo a “estrela da manhã” do bem. (Apo 22,16)

B. Com o desenvolvimento eclesiástico da hierarquia dos pastores, o bispo de Roma foi chamado o Pai da Igreja, isto é, o Papa, ou Bispo Universal.


Pura calúnia! Na Enciclopédia Compacta da revista “Isto é”, pág. 259, tópico Igreja Católica, lemos: [“Roma foi a única Igreja ocidental fundada por um apóstolo (São Pedro). Da Irlanda aos Cárpatos, os cristãos passaram a reconhecer o bispo de Roma como o Papa (do latim vulgar papa, “pai”)].

1. A capital política em Constantinopla; a capital religiosa em Roma.

Pura calúnia! O ano de 330 marca o momento da transferência da capital do Império Romano para Constantinopla e demonstra a vontade do imperador Constantino em voltar a ter sob o seu poder os dois impérios: o Oriental e o Ocidental, cuja divisão foi levada a cabo por Diocleciano em 286, de forma a descentralizar o poder e a governar mais eficazmente através do sistema da tetrarquia. http://www.infopedia.pt/$constantinopla-e-o-imperio-bizantino



C. Desenvolvimento da adoração de imagens e relíquias.


Pura calúnia! A Igreja Católica jamais “adorou” imagens ou relíquias. As imagens e relíquias dos santos e mártires católicos são VENERADAS desde o apóstolos, basta conferir as provas arqueológicas dos primeiros séculos:



D. Regime sacerdotal estabelecido. Salvação pela intercessão dos homens.

Pura calúnia! O regime sacerdotal na igreja de Cristo já aparece nas Escrituras desde o sacerdote Melquisedeque (Gên 14,18), passando por (Hebreus, 5, 1-4). Já a “Salvação pela intercessão dos homens” é uma lorota ridícula do pastor. A intercessão dos homens pode no máximo contribuir para a purificação dos pecadores. “Se alguém vir seu irmão cometer pecado que não é para a morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecaram para a morte. Há pecado para a morte, e por esse não digo que ore.” (1 João 5, 16-17).

7. As igrejas verdadeiras neste tempo:


Lá vem lorota!

A. Grã-Bretanha era o baluarte de cristianismo verdadeiro durante seis séculos, começando no tempo do apóstolo Paulo. No ano 597 d.C., chegou um monge católico, Austin (Agostinho), pelas ordens do "Papa" Gregório I para converter os anglicanos, mas achou um cristianismo já funcionando muito bem.


Diga-se, funcionando muito bem errado para o que São Patrício havia ensinado antes. E que “anglicanos” são esses em 597, se foram criados no século 16 por um rei adúltero???


Anglicanos e Batistas sempre tentam passar a falsidade que, a Inglaterra era território desconhecido dos romanos nos primeiros séculos. Isso não procede. No I milênio a.C., os celtas invadiram as ilhas britânicas submetendo os habitantes das ilhas. Seus sacerdotes, os druidas, dominavam a sociedade e eram todos pagãos.

Carausio (falecido em 293), era um comandante militar do Império Romano que usurpou o poder em 286, declarando-se imperador na Grã-Bretanha e do norte da Gália.


Quanto aos cristão dalí citados por Tertuliano no século III, as evidências arqueológicas demonstram um cristianismo muito temporão, levado às ilhas Britânicas, seguramente por escravos dos assentamentos Romanos ou por cristãos que fugiam às ilhas Britânicas para libertar-se da perseguição, provavelmente através das rotas comerciais do estanho compartilhadas com Irlanda e Espanha. Registos assinalam a presença de bispos britânicos presentes ao Concilio católico de Arlés no 314, o que prova que a Igreja britânica era católica.



"Inglaterra", Enciclopédia Microsoft(R) Encarta(R) 99. (c) 1993-1998 Microsoft Corporation. Todos os direitos reservados.

1. Um pregador por nome de Patrick (Patrício) fez um bom trabalho no meio destas igrejas já existentes desde o tempo de Paulo! Este pregador não era católico porque a igreja católica não tinha chegada lá ainda!

Pura calúnia! São Patrício foi sacerdote e bispo católico. Depois de São Germano ser destacado pela Santa Sé para combater os ensinamentos errados de Pelágio, na Grã-Bretanha, escolhe São Patrício para o acompanhar, o que lhe dá o privilégio de participar, juntamente com os representantes de Roma, no triunfo sobre a heresia e o paganismo. http://www.infopedia.pt/$sao-patricio


2. Patrick (Patrício) foi seqüestrado por piratas quando era jovem e foi vendido como escravo na Irlanda donde escapou após seis anos de captura. Depois voltou como missionário. Batizou (por imersão) 2.000 adeptos, estabeleceu 365 igrejas, ajudou-as todas escolher seu pastor, e praticava a ceia do Senhor como batistas hoje.

Correção: São Patrício era católico, não batizou por imersão os novos católicos, estabeleceu muitas igrejas católicas, não escolheu “pastor” nenhum, porque eles não existiam, existiam padres, e a Ceia que ele ensinava era a Eucaristia com pão ázimo e vinho, que é muito diferente do que fazem os batistas que só teriam sua seita fundada mais de 1000 anos depois. Este relato extraído da biografia de são Patrício acaba com o engodo do pastor: “Em seguida, eles foram batizados, e vestidos de branco. Pediram para ver o rosto de Cristo. " O santo disse: "não podeis ver o rosto de Cristo, a menos que provem a morte, e a menos que recebam o sacrifício". Eles responderam: "Dêem-nos o sacrifício, de tal forma que possamos ver nosso Esposo." - E a narrativa antiga acrescenta, - "quando receberam a Eucaristia de Deus, dormiram o sono da morte, e foram colocados nas casas, carregando suas roupas de batismo". (Enciclopédia Católica)

3. Os padres católicos chegaram 136 anos depois da morte de Patrício! Muitos ingleses resistiram o catolicismo mas finalmente foram forçados a recebê-lo pelo Sínodo de Whitby no ano 664. (Veja W. A. Jarrell, Baptist Church Perpetuity, pp. 472-479; W. J. Burgess, Baptist Faith and Martyrs’ Fire, pp. 358-365).


Pura calúnia! Essa fonte citada é batista, e ostenta tanta calúnia quanto essas quimeras que refutamos do pastor. Vejamos então se São Patrício era católico ou não: "Foi pouco antes de sua morte que (o papa) Celestino confiou esta missão, ao apóstolo da Irlanda, e nesta ocasião deu-lhe muitas relíquias e outros dons espirituais, e lhe deu o nome de "Patertius" ou "Patritius" não como um título honorífico, mas como uma previsão frutífera e meritória de seu apostolado, que se converteria em “pater civium” (pai de seu povo). Patrick em sua viagem de regresso de Roma recebeu em Ivrea a notícia da morte de Paládio, e desviando para a vizinha cidade de Turim recebeu a consagração episcopal das mãos do seu grande bispo, São Máximo. (...)” (trecho de “A vida de Saint Germain”, por Heric de Auxerre ).

4. "Os britânicos preservaram a fé que tinham recebido incorrupta e inteira, em paz e tranqüilidade até o tempo do Imperador Dioclécio." (Veja Venerable Bede’s Ecclesiastical History, Book 1, Chapter 4, p.42).


Pois é, tal fé foi levada pelo grande católico São Patrício e distorcida depois, precisando novamente ser corrigida e assim foi feito, até um adultério o rei Henrique VIII desvirtuá-la novamente. Recentemente 400 mil anglicanos, num dia, converteram-se católicos.



B. Os montanistas e novacianos, que duraram até o século VIII em Ásia Menor, África, e Europa.


Estas não passam de seitas heréticas e extintas, fundadas por hereges expulsos da Igreja Católica. Conforme respostas acima.

C. Os donatistas, especialmente no norte da África, existiram desde o começo do cristianismo mas foram dados este apelido por causa do seu líder Donato, no ano 311 d.C. Duraram até o século VII d.C.

Pura calúnia! Os donatistas não são do começo do cristianismo, são do século IV, o cristianismo é do século 1. Para sabermos qual era a verdadeira Igreja daquele tempo, basta recorremos aos registros do historiador Optato de Milevi, contemporâneo dos fatos no ano 367, registrou: "Na cidade de Roma, quem por primeiro se sentou na cátedra episcopal foi o Apóstolo Pedro, ele que era a cabeça de toda a Igreja, (...) Os apóstolos nada decidiam sem estar em comunhão com esta única cátedra (...) Recorde a origem desta cátedra, todos que reinvidicam o nome da Santa Igreja Católica..." (O Cisma Donatista 2:2).

1. Foram os primeiros a sofrer pelo "princípio constantino," isto é, pela união do estado com a religião "cristã."


Donato apenas foi exilado para Gália em 347, por ser incapaz de provar todas as suas acusações falsas. http://pt.wikipedia.org/wiki/Donato_de_Casa_Nigra


Nunca houve “união” do estado romano com a Igreja. O estado simplesmente parou de perseguir todas as religiões, punia com expulsão os causadores de tumultos, como os donatistas.

2. 411-415 d.C. O clímax da divisão veio com o debate entre eles e os bispos Agostinho e Aureliano que tentaram forçar todos os cristãos unirem-se debaixo da proteção do estado. O magistrado decidiu, naturalmente, que Agostinho tinha razão. No fim, o Imperador declarou que todos os donatistas não tinham direito nenhum como cidadãos e proibiu todos assistirem seus cultos. (Kurtz, Church History, I, pp. 395-396; Leonard Verduin, The Reformers and Their Stepchildren, pp 65-66).


Pura calúnia! Essa era uma questão exclusiva da Igreja. O esforço falhou justamente por que os donatistas foram incapazes de provar para uma série de concílios que consideraram o caso que Ceciliano fora um traditor ou que sua consagração fora inválida por ter sido realizada por um, o bispo Félix de Aptunga.


O primeiro concílio de Arles condenou formalmente a heresia do Donatismo. Ele começou como um apelo dos donatistas ao imperador Constantino, contra a decisão do Concílio de Roma, em 313 dC, no Latrão, sob o Papa Milcíades. Esta foi a primeira vez que um apelo de uma facção cristã foi feita a um poder secular. E ele acabou de maneira desfavorável para os donatistas que acabaram se tornando inimigos de Roma.

O estado apenas não quis ali os arruaceiros acusadores que não conseguiam provar nada e criavam distúrbios sociais. http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADnodo_de_Arles



3. Donato declarou aos comissários, "Quid est imperatori cum ecclesia?" ("O que tem o Imperador com a igreja?")


Resposta: nada. Apenas não queria arruaceiros em seu território, como qualquer outro governo faria e o pastor na casa dele.

4. Os donatista e os anabatistas que vieram depois eram iguais em sua doutrina e prática.

Pura calúnia! Os anabatistas eram polígamos, os donatistas não. Como vimos, o donatismo era uma seita fundada por um dissidente da Igreja Católica no século 4. Os anabatistas eram seitas religiosas protestantes que surgiram na Europa durante a “reforma (?)” no século 16. No dia 25/6/1535, o povo da cidade alemã de Münster, exterminou os invasores e POLÍGAMOS anabatistas, outros 30 mil e seu líder Thomas Munzer, foram exterminados pela vontade de Lutero, conforme registro oficial da história. (VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Ed, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249). (Revista Pergunte & Responderemos. 03/97). http://mb-soft.com/believe/ttcm/anabapti.htm



A Idade Média, de 476 a 1453 d.C.


1. Grandes mudanças no cristianismo e a civilização ocidental.

Próspero período em que a Igreja Católica cristianizou o sanguinário império romano e desenvolveu a sociedade moderna. - A Igreja Católica forneceu mais ajuda e apoio financeiro ao estudo da Astronomia, por mais de seis séculos – da recuperação do saber antigo da Baixa Idade Média ao Iluminismo -, do que qualquer outra e, provavelmente, todas as outras instituições. (J.L.Heilbron – Universidade da Califórnia, em Berkeley)

A. 330 d.C. a capital do Império Romano foi transferida para o Leste, isto é, Constantinopla.


Puro descuido do pastor, nessa regressão do tempo em seu texto.

B. 476 d.C. Roma caiu, e o poder eclesiástico manteve controle sobre o Oeste no meio do isolacionismo feudal. Era o único poder unificador. O Papa assumiu o poder e glória do império, abrindo alas para outros erros, e culminando no "Santo Império Romano."

Roma não caiu. Caiu a Itália, e caiu por causa das guerras de seus imperadores pagãos contra os unos como Átila e o vândalo Genserico. Quando Átila invadiu a Itália o imperador fugiu, quem o barrou nos portões de Roma, apenas com as palavras do evangelho foi o papa Leão I. Roma triunfou e salvou a maior biblioteca do conhecimento humano da face da terra. Nunca houve nenhum "Santo Império Romano", mas o Sacro Império Romano, que era governado por reis cristãos que contiveram a barbárie do mundo.

1. O Papa coroou reis.


Sim. Coroou reis cristãos que muito ajudaram a expulsar os Bárbaros de territórios ocupados. Depois evangelizou esses Bárbaros que hoje é o povo alemão.

- “A Igreja Católica teve de empreender a tarefa de introduzir a lei do Evangelho e o Sermão da Montanha entre os povos Bárbaros, que tinham o homicídio como a mais honrosa ocupação e a vingança como sinônimo de justiça.” (Christopher Dawson);

2. Iniciou as "Santa Cruzadas" e fez guerra para impor suas leis.


O termo “cruzada” não era conhecido no tempo histórico em que ocorreu. Para eles, era “iter”, “peregrinatio”, “succursus”, “passagium”.


Iniciou-se primeiramente junto com ao povo cristão, para expulsar os muçulmanos que haviam invadido Jerusalém para apagar da terra os sinais da passagem de Cristo e impedir as peregrinações à terra santa. Quando em 638 o Califa Omar invadiu Jerusalém, esta era, há mais de três séculos, cristã. Nada a ver com “impor leis”. Deus quis que a vitória ficasse com os católicos.

3. Instituiu o sistema universitário para controlar o pensamento e liderança do povo, trazendo a Renascença com seu Humanismo e Escolástica, cheia de filosofia e lógica grega .


Engraçado esses protestantes em parafuso. Ora caluniam que a igreja “negava” leitura ao povo para que se mantivessem “dominados”, ora reclamam porque a Igreja criou as universidades para que o povo não se deixasse enganar por falta de conhecimento. Ao contrário do que fala o infeliz pastor, nessa época foi quando a Igreja mais anulou a filosofia grega, a começar pela condenação do Geocentrismo grego e sua Alquimia fajuta. O padre Copérnico descobriu o Heliocentrismo e os monges disseminaram a ciência moderna pelo mundo.

C. 493 d.C. Os Ostrogodos conquistaram a Itália;em 527-565, o reino de Justiniano I que livrou Itália dos Ostrogodos e restaurou o poder ao Papa.


Correção: Os Ostrogodos ficaram no poder de 488 a 526. Eles tomaram o estado e não a Igreja. A Igreja levava sua vida normal e teve neste período cinco papas: São Gelásio I , Anastácio II , São Símaco, Santo Hormisdas, São João I.

D. 570 d.C. Nascimento de Maomé; em 632 d.C., sua morte.

O que a Igreja tem a ver com isso??? Vamos usar essas datas só para mostrar para o pastor que os seguidores de Maomé estavam errados quando invadiram a terra de Jesus, que é do século 1.

E. 668 d.C. Perseguição dos Paulacianos (Paulicianos). Eram anabatistas.


A seita do paulacianos nada tinha a ver com o apóstolo Paulo, floresceram entre 650 e 872 na Armênia e partes orientais do Império Bizantino, como Anatólia e os Balcãs. De acordo com fontes medievais bizantinas, o nome do grupo foi obtido a partir do terceiro século do bispo de Antioquia, Paulo de Samósata. (eles sempre recorrem ao retrô para parecerem antigos. Usam a mesma técnica da Maçonaria). Eram compostos de muitos unos e grande número foi chacinado pelos imperadores. Mas vamos a melhor parte:

Os Paulícios sobrevivem hoje na Bulgária, retendo seu dialeto peculiar e desde o século XIX se uniram ao catolicismo romano sob a influências de missionários franciscanos.





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Até aqui, a refutação dos devaneios do Pr. Steve Montgomery.

Os 20% restantes de suas afirmações que prosseguem ali, são repetições, fatos alheios à fundação dos batistas e erros anti-históricos, já refutados também nas mentiras do pastor Lauro Campos neste link:




Imaginem vocês que toda essa “viagem fantástica” do Pr. Montgomery, foi só para mascarar que, de fato, a igreja batista foi fundada no século 16, por John Smyth, na Holanda. Coisa que o pastor omitiu em seu texto o tempo inteiro.

Os anabatistas, que ele tanto aproveita a rima para forçosamente associá-los aos batistas, é uma violenta e extremamente radical seita que promovia a poligamia e o comunismo. Os anabatistas brotaram da “reforma” protestante no século 16, fez sua primeira aparição em 1521 em Zwickau, no presente reino da Saxônia.
http://mb-soft.com/believe/ttcm/anabapti.htm


Agora veja, confirme com seus próprios olhos, que a Igreja Batista que entrou no Brasil é nada mais nada menos que, um braço cabeludo da nefasta Sociedade Secreta Maçonaria.

O texto abaixo que confirma tudo, está no estatuto maçon, da loja A.G.D.G.A.D.U. Benemérita Loja Antônio nº 5, e revela:

[A MAÇONARIA E OS BATISTAS NO BRASIL

Os emigrados dos EUA que se estabeleceram em Santa Bárbara em São Paulo fundaram em 10/09/1871 a Igreja Batista em Santa Bárbara (4. pg. 230), a primeira Igreja Batista estabelecida em solo brasileiro (Pr. Richard Ratcliff), fundaram também em 1874 a Loja Maçônica "George Washington" (4, pg. 44), onde se encontravam cerca de oito batistas sendo que pelo menos cinco deles foram também fundadores da Primeira Igreja, entre eles estava o Pr. Robert Porter Thomas.]





Eis a verdade, que remove num suave solavanco, o chão sob os pés do mentiroso Pr. Steve Montgomery da Igreja Batista Independente de Ourinhos, S.P.


Batistas, que ninguém vos engane. Mirem-se no exemplo dos anglicanos ingleses, que voltaram festivos à Una Santa Igreja Católica, como o filho pródigo à casa do Pai.



Autor: Fernando Nascimento

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

JESUÍTAS - "ASTUCIOSOS E HIPÓCRITAS"

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Jesuítas = “astuciosos e hipócritas”?

Fernando Nascimento

Segundo o pastor Lauro de Barros Campos em seu calunioso livro “O Estado do Vaticano”, os bons dicionários identificam os jesuítas como “astuciosos e hipócritas”.

PURA CALÚNIA! Caro leitor, pegue seu "bom dicionário" para desmascararmos mais uma vez esse aleivoso pastor: Note que ele convenientemente escolheu o “termo figurado depreciativo” do seu dicionário que não é tão bom. O significado de Jesuíta em qualquer bom dicionário consta: Jesuíta = ESPERTO, ATILADO, e “atilado” traduz-se por escrupuloso, correto, discreto, prudente, ..., encerrando assim o embuste do pastor.

Vocês sabiam, por exemplo, que os Jesuítas – a Companhia de Jesus – foram tão exímios nas ciências que, neste exato momento, 35 crateras lunares têm o nome de cientistas jesuítas? Sabiam que 1 entre cada 20 dos maiores matemáticos da História fazia parte da Companhia de Jesus? Ou que os Jesuítas ajudaram a fundar e se tornaram os maiores praticantes do estudo de terremotos, a Sismologia?



Baltazar Gracián, um exemplo da genialidade jesuíta

Seus livros impressionaram e inspiraram filósofos, escritores e pensadores ao longo de mais de trezentos e cinqüenta anos. Seu autor, o jesuíta espanhol: Baltasar Gracián.

Nietzsche, Schopenhauer, Voltaire e Lacan, foram leitores entusiasmados dos livros deste jesuíta.
Seu livro de estréia “El Hérce”, ganhou tradução para o francês já em 1645.

Na Alemanha, o filósofo Arthur Schopenhauer, em parte por insistência de Goethe, traduziu parcialmente “El Criticón”, que considerava “um dos melhores livros do mundo”, e um pouco depois o “Oráculo Manual y Arte de Prudencia”. Entusiasmado afirmou: “ meu escritor preferido é o filósofo Gracián. Li todas as suas obras.”

Friedrich Nietzsche declarou sobre a obra de Gracián:

“A Europa nunca produziu nada mais refinado em questão de sutileza moral.”

“Absolutamente único ... um livro para uso constante ... Um companheiro na vida. Estas máximas são especialmente adequadas àqueles que desejam prosperar no grande mundo”.

Na França, foi lido por moralista como Rochefoucauld e citado elogiosamente na correspondência de Voltaire.

Termino esta refutação com a célebre frase de Gracián, que cabe aos que se acham “sábios” como o pastor Lauro Barros Campos:

“Tolos são todos os que parecem tolos, e metade daqueles que não parecem.” (Baltasar Gracián).

Minhas citações sobre Baltasar Gracián, foram extraídas do prefácio do Livro “A Arte da Sabedoria”, Baltasar Gracián, Edição completa, Editora Best Seller.

sábado, 11 de dezembro de 2010

FILIAÇÃO DIVINA E FILIAÇÃO SATÂNICA

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"Vós tendes como pai o demônio... pai da mentira" (Jo 8,44)

A - A filiação satânica dos rebelados se manifesta pela enorme quantidade de mentiras encontradas em sites protestantes. VER:


ÍNDICE DAS MENTIRAS PROTESTANTES:

http://mentiras-evanglicas-e-outras.blogspot.com/2007/07/ndice-das-mentiras-encontradas-nos_30.html

B - A filiação divina dos católicos se manifesta pela ausência de mentiras em seus sites. VER A COMUNIDADE:

MENTIRAS EM SITES RELIGIOSOS

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=30891250

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ALGUMAS MENTIRAS ENCONTRADAS EM SITES EVANGÉLICOS

Por que não há mentiras em sites católicos?

Se você consultar os sites católicos não irá conseguir apontar uma única mentira (ATENÇÃO: - não se deve considerar MENTIRA questões de doutrinas derivadas de divergências de interpretações, de opiniões pessoais, visões, experiências íntimas com Deus ou outras coisas de difícil demonstração INCLUINDO uma matéria publicada por engano que tratava de uma falsa conversão do pastor que chutou a santa, manifesto de Dresden etc.).

No entanto, nos sites protestantes a coisa fica pretíssima.

Veja aqui algumas das muitíssimas maxambetas encontradas nos sites protestantes:

1 - A falsificação de uma carta, perpretrada pelo Pastor Aníbal Pereira dos Reis, atribuída ao cardeal Agnelo Rossi, publicada e desmentida, por força de lei, num mesmo jornal da Igreja Batista.

2 - Depoimento inventado de uma inexistente ex-freira chamada Charlotte Weills cheio de incoerências e com toda característica que a classifica como história da carochinha.

3 - Invenção do conto de um aquário esvaziado que continha o esqueleto de 6000 bebês contado por Stº Ulrico relativo ao reinado de Gregório VII - cheio de incoerências.

4 - Todas as mentiras do semi-analfabeto pastor da Assembléia de Deus Raimundo Correia que se diz ex-padre.

5 - Publicação mentirosa de um falso JURAMENTO DOS JESUÍTAS que não passa de fantasia contida em um romance de Charles Didier.

6 - As mentiras do ex-padre Chinigui, expulso da Igreja Católica por comportamento reprovável;
7 - As mentiras de ALBERTO RIVERA que se dizia ex-jesuíta mas que nunca pisou num seminário.

8 - A falsa declaração atribuída a três dos mais sábio bispos de Roma feita pelo protestante P.P. Verdério.

9 - As diversas listas das "heresias" da Igreja Católica completamente desmentidas por documentos históricos.

10 - Muitíssimas outras mentiras relativas a papas

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

SÁBADO - LEI MORAL E LEI CERIMONIAL

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Alexander Hislop, um ministro protestante escocês, em 1858 escreveu o fantasioso livro chamado "A Duas Babilônias”, e criou e incitou nele o ódio ao Natal, ainda hoje propalado por alguns protestantes. Para isso ele criou a seguinte inverdade, referido-se aos pagãos babilônicos:

“O rei deles, Nimrod, nasceu em 25 de dezembro; faziam decorações em árvores de natal e comungavam hóstias em sua honra, como deus-Sol.” Assim se esforçou o articulista, para lançar ódio ao Natal é à Igreja.

Outro pastor, Ralph Woodrow, também escritor protestante, reconheceu as acusações infundadas e retirou das livrarias e substituiu seu livro, que se baseava nas calúnias de Alexander Hislop, e ainda alertou:

“É impressionante como ensinamentos infundados como esses circulam e se tornam críveis. Qualquer pessoa pode ir a qualquer biblioteca e consultar qualquer livro sobre a história antiga da Babilônia: nenhuma destas coisas poderá ser encontrada. Essas afirmações não possuem fundamento histórico; ao contrário, são baseadas em um monte de peças de quebra-cabeças sobre mitologia juntadas arbitrariamente”.

Baseados na inverdade de Hislop, outros forjaram outras lendas contra o Natal e a Igreja, mas, vencidos pelo esplendor da verdade que ostenta a Igreja Católica, fundada por Jesus Cristo, a Assembléia de Deus passou a fazer seu “culto de Natal”, na noite de 25 de dezembro, em frente ao quartel do Derby, no Recife, logo em seguida à milenar Missa do Galo, que celebra a simbólica data de nascimento do Senhor.

Na igreja Batista, em frente a Faculdade Humana, em Olinda, há concurso de “cantatas de Natal”, e os americanos protestantes, assam peru, cantam “Jingle Bell” e trocam presentes em frente a árvore de Natal. Natal de Jesus. Viva Jesus Cristo, Viva a Eucaristia, Viva a Igreja católica.


Os luteranos também comemoram:

http://www.portal-luterano.org.br/sp/ccf/musical/sobreonatal.htm

Depois que publicamos nossos artigos anteriores (parte I e parte II) sobre a questão do Dia do Senhor, muitos amados irmãos adventistas nos enviaram mensagens, ora procurando mais esclarecimento sobre as questões, ora procurando defender a tese sabatista da guarda do Sábado. Desta forma, a motivação deste terceiro opúsculo sobre o tema é colocar mais luz sobre este assunto, procurando esclarecer suas objeções.

A Carta de São Paulo ao Colossenses

O grande espinho (cf. Pr 26,9) que se encontra na boca dos sabatistas está nos seguintes versículos da carta de São Paulo aos colossenses:


"Ninguém, pois, vos critique por causa de comida ou bebida, ou espécies de festas ou de luas novas ou de sábados. Tudo isto não é mais que sombra do que devia vir. A realidade é Cristo" (Cl 2,16-17).

Os sabatistas alegam São Paulo ao usar a palavra "sábados" não está se referindo ao sétimo dia, mas aos "sábados cerimoniais". Como já dissemos em nosso trabalho anterior, São Paulo escreveu esta carta no grego, onde a palavra" sábados" corresponde a "sabbaton".

Excluindo a carta de São Paulo aos colossenses, a palavra grega "sabbaton" parece no NT 67 vezes e em 61 versículos.

Nestas 67 vezes ela possui apenas dois significados:

1) Em 9 delas a palavra significa "semana", como por exemplo, em Mt 28,1. A expressão "primeiro dia da semana" é escrita em grego como "mia sabbaton". No grego toda vez que "sabbaton" é precedida de um numeral ordinal, ela tem o significado de semana;

2) Em TODAS as 58 vezes, "sabbaton" significa o sétimo dia, isto é, o dia de descanso (cf. Mt 12,1; Mc 1,21; Lc 4,16; Jo 5,9; At 1,12).

Na Carta de São Paulo aos Colossenses "sabbaton" se enquadra no segundo caso, isto é, significa o sétimo dia da semana, o sábado semanal.

Ora, se em 58 referências a palavra "sabbaton" refere-se à observância do sábado semanal, por que em Cl 2,16 não?

A teologia sabatista simplesmente fere todas as regras de exegese e hermenêutica bíblicas em favor de um argumento teológico. Isto é distorcer as Escrituras.

Os chamados "sábados cerimoniais" eram os dias de festa ("heorte", as comemorações mensais) e as luas novas ("noumenia", as comemorações anuais).
"Sabbaton" não tem nada haver com tudo isto, e nem com os sacrifícios no Templo, mas com o dia de Sábado, o dia semanal, o dia de descanso.

Ora, se São Paulo não está se referindo à observância do sétimo dia, por que, então, relacionou "sabbaton" à lista das observâncias judaicas que deveriam ser esquecidas pelos Cristãos?

Mas qual é o argumento teológico ao qual os sabatistas tanto se prendem para aplicar à palavra "sabbaton" de Cl 2,16 um sentido que ela não tem?

A suposta divisão da Lei mosaica em lei cerimonial e lei moral

Os sabatistas dividiram a Antiga Lei dos Judeus em duas: cerimonial e moral. A lei moral foi proferida por Deus, escrita pelo dedo Deus em tábuas de pedra e colocada dentro da Arca da Aliança; por isso deverá permanecer firme para sempre, não foi destruída por Cristo na Cruz. Ainda, segundo eles, a lei cerimonial foi ditada por Moisés, escrita por Moisés num livro, nada aperfeiçoou, foi posta ao lado da Arca; por isso é revogável, foi cravada na cruz.

Eles se referem aos Dez Mandamentos como lei moral e ao restante como lei cerimonial.

A resistência deles quanto ao ensino de Paulo em Cl 2,16, deve-se ao fato de acreditarem que nenhuma letra dos dez mandamentos foi revogada por Cristo

Não negamos que em todas as observâncias divinas existe uma Lei Moral, que tem seu núcleo nos Dez Mandamentos. O problema apresentado pela teologia sabatista é que esta faz uma divisão arbitrária da letra, como se não houvesse moral nos ensinamentos mosaicos ou dos profetas.

Todo cerne desta questão se deve a duas coisas:

1) a falsa distinção entre as observâncias divinas: decálogo, lei mosaica e os profetas;

2) a verdadeira distinção entre a letra e o espírito destas observâncias.

Sobre o primeiro item, dizemos que todas as observâncias judaicas foram dadas por Deus, e por isso, todas elas foram recebidas com igual reverência, como um único conjunto coeso. Isso é testificado no Êxodo: "O Senhor disse a Moisés: 'Sobe para mim no monte. Ficarás ali para que eu te dê as tábuas de pedra [10 mandamentos], a lei [Torah escrita] e as ordenações [Torah oral] que escrevi para sua instrução'" (Ex 24,12).

A distinção que os sabatistas forçam entre o Decálogo (os Dez Mandamentos) e a Torah (Lei de Moisés), não é fruto do pensamento judaico comum:

"O Talmude, a propósito de um ponto em discussão, lembra: 'A lei mandava recitar todos os dias os dez mandamentos. Por que não os recitam mais, hoje? Por causa das maledicências dos minim [os dissidentes]; para que estes não possam dizer: 'Estes somente foram dados a Moisés, no Sinal' (Talmud Jer. Berakot 1 ,3c). Segundo estes minim, Deus só pronunciou os dez mandamentos (Dt 5,22); as outras leis são atribuídas a Moisés. A recitação diária do decálogo, na oração comunitária, favorecia indiretamente esta idéia de que provocava certo desprezo pelas outras leis. A fim de evitar este mal-estar,o judaísmo ortodoxo - talvez nos círculos de Iabne [ou Jâmnia], no fim do século 1 d.C. -suprimiu do serviço sinagogal cotidiano a recitação do decálogo" (LOPES, 1995).

Conforme lemos, a distinção proposta pelos sabatistas foi condenada pelos próprios judeus. Mas os sabatistas ensinam que Jesus revogou a lei na cruz, porque esta estava fora da Arca da Aliança.

Note que quando o jovem rico perguntou a Cristo "Mestre, qual é o grande mandamento na lei?" (Mt 22,36), Jesus não lhe perguntou: "qual lei" A moral ou cerimonial?; tão pouco lhe disse: "você está falando dos Dez mandamentos ou da Lei de Moisés ou dos Profetas?".

Ao contrário, o Evangelista nos relata que "Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo. Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas" (Mt 22,37-40).

Ora, foi o próprio Cristo que resumiu todo o ensinamento do AT nas palavras acima. Perceberam isso? Toda a lei e os profetas, o Senhor resumiu em duas grandes ordenanças. A primeira delas encontramos no Deuteronômio: "Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças" (Dt 6,5). A segunda está no Levítico: "Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo: mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor" (Lv 19,18).

Com efeito, estas duas ordenanças fazem parte do Livro que foi colocado do lado de fora da Arca da Aliança: "Tomai este livro da lei, e ponde-o ao lado da arca da aliança do SENHOR vosso Deus, para que ali esteja por testemunha contra ti" (Dt 31.26). Entretanto, se a tese dos sabatistas estivesse correta, Jesus ao responder ao jovem rico, escolheria dois itens do decálogo e não da Lei Mosaica; ou ainda; poderia dizer ao Jovem que o que importava eram os Dez Mandamentos porque estavam dentro da Arca.

O próprio Cristo ensinou que não veio revogar a lei ou os profetas (cf. Mt 5,17-18). Com efeito, nos capítulos 5 a 7 do Evangelho segundo São Mateus, encontramos a catequese do Senhor sobre a Lei, isto é, o que a Lei realmente ensina. Aí, o Senhor, restaura o verdadeiro sentido de todas as observâncias dadas no AT. Esta sim é a verdadeira Lei Moral, que na belíssima exposição do Senhor se resume nos dois grandes mandamentos recomendados ao jovem rico (cf. Mt 22,37-40).

É esta Lei Moral que não foi revogada na Cruz, que possui seu núcleo no Decálogo, não na letra, mas no que Deus queria por ele ensinar. Conforme lemos no Êxodo: "O Senhor disse a Moisés: 'Escreve estas palavras, pois são elas a base da aliança que faço contigo e com Israel'. Moisés ficou junto do Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água. E o Senhor escreveu nas tábuas o texto da aliança, as dez palavras" (Ex 34,27-28)

Sendo a Arca o símbolo do Acordo de Deus e Seu Povo, e o Decálogo o núcleo de todo o ensinamento moral que Deus queria transmitir aos judeus, quis o Senhor que as tábuas com "as dez palavras" fossem postas dentro da Arca da Aliança, simbolizando assim a alma do pacto dentre o Senhor e Seu povo: o amor a Deus e ao nosso semelhante (cf. Mt 5,17-18).

O que Jesus revogou na Cruz?

Os sabatistas adoram dizer para nós que observamos o Domingo: "Onde Jesus diz que mudará o Sábado para o Domingo? Onde Ele autorizou tal mudança?". Aí eu respondo: "no mesmo lugar onde Ele diz que revogará a Lei de Moisés".

Nossos contendores dizem que o Decálogo é irrevogável pelas razões que já apresentamos - e por isso o Sábado é irrevogável. Ora, ordenanças como os sacrifícios do Templo, as observâncias dos dias de festa e luas novas e o Grande Dia da Expiação, por exemplo, foram dadas pelo próprio Deus como irrevogáveis (cf. Lv 23,14; Lv 16,29-34; Ez 46,14; 2Cr 2,4). Então por que os sabatistas não as observam?

Com efeito, o Profeta Isaías testemunha que toda Lei é irrevogável: "A terra foi profanada por seus habitantes, porque transgrediram as leis, violaram as regras e romperam a aliança eterna" (Is 24,5).

Antes que alguém se confunda, achando que estamos defendendo para os nossos dias, a observância da Lei de Moisés, a questão será esclarecida pelas palavras de São Paulo:

"Não há dúvida de que vós sois uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, em vossos corações" (2 Cor 3,3) (grifos meus).

Aqui São Paulo ensina que a lei que os fiéis trazem em seu coração é mais excelente que a lei que foi escrita em "tábuas de pedra". Ora, que lei mais excelente é esta? É o Santo Evangelho pregado pelos apóstolos ("sois uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério") confirmado pela ação do Espírito Santo ("escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo"). Não é este um belo ensino para os guardadores das tábuas de pedra?

Então São Paulo continua:

"Tal é a convicção que temos em Deus por Cristo. Não que sejamos capazes por nós mesmos de ter algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus. Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica" (2 Cor 3,4-6)

Percebam, amados no Senhor, que o que foi revogado na Cruz foi a letra da Lei e não o seu espírito, isto é, o que a Lei queria ensinar. Por isso Jesus, disse que não veio revogar a Lei, mas dar-lhe seu fiel cumprimento (cf. Mt 5,17-18). Por isso, o Cristianismo é o fiel cumprimento do Judaísmo, não segundo a letra, mas segundo o Espírito.

São Paulo ainda tem outro recado aos observadores das tábuas de pedra:
"Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de tal glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face (embora transitório), quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito! Se o ministério da condenação já foi glorioso, muito mais o há de sobrepujar em glória o ministério da justificação! Aliás, sob esse aspecto e em comparação desta glória eminentemente superior, empalidece a glória do primeiro ministério. Se o transitório era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece!" (2 Cor 3,7-11).

Não é este evento referido por São Paulo que encontramos no livro do Êxodo?

Vamos conferir:

"Moisés ficou junto do Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão nem beber água. E o Senhor escreveu nas tábuas o texto da aliança, as dez palavras. Moisés desceu do monte Sinai, tendo nas mãos as duas tábuas da lei. Descendo do monte, Moisés não sabia que a pele de seu rosto se tornara brilhante, durante a sua conversa com o Senhor. E, tendo-o visto Aarão e todos os israelitas, notaram que a pele de seu rosto se tornara brilhante e não ousaram aproximar-se dele" (Ex 34,28-30)

Vejam, amados do Senhor, São Paulo chama as ordenanças do Decálogo de "ministério da morte", "transitório", "ministério da condenação", este que "em comparação desta glória eminentemente superior, empalidece a glória do primeiro ministério". Por acaso São Paulo está ensinando que o Decálogo é irrevogável como crêem os sabatistas?

Desta forma, o que o Senhor Jesus aboliu na Cruz do Calvário (cf. Cl 2,14) foi a letra de todas as ordenanças do AT e não seu espírito, o que inclui o Decálogo.

A verdadeira Lei Moral, conforme ensinada por Cristo (cf. Mt 5-7) tem seu fiel cumprimento e excelência na Fé Cristã, na pregação dos Apóstolos, corroborando com as Santas Palavras do Salvador, que afirmou que traria a Lei à perfeição (cf. Mt 5,17).

Permita também a Misericórdia Divina que nossos contendores percebam que o "descanso Sabático" referido na carta aos Hebreus, não se trata da observância do Sábado semanal, mas do descanso do Justos que morreram na amizade do Senhor.

Ceia do Senhor, cerimônia de adoração a Deus

Todos os sabatistas reconhecem que a "Ceia do Senhor" era observada no primeiro dia da Semana, isto é, Domingo. Eles imaginam que esta ceia era uma mera reunião gastronômica, uma espécie de refeição comunitária entre os fiéis.

Ora, a advertência paulina contra este tipo de pensamento é exatamente o tema do Capítulo 11 de sua primeira carta aos Coríntios: "Desse modo, quando vos reunis, já não é para comer a ceia do Senhor" (1 Cor 11,20).

Muitos cristãos iam só para comer e beber, e São Paulo os repreende ensinando que a "Ceia do Senhor" não é uma mera refeição, conforme atestamos nos versículos abaixo:

"... porquanto, mal vos pondes à mesa, cada um se apressa a tomar sua própria refeição; e enquanto uns têm fome, outros se fartam. Porventura não tendes casa onde comer e beber? Ou menosprezais a Igreja de Deus, e quereis envergonhar aqueles que nada têm? Que vos direi? Devo louvar-vos? Não! Nisto não vos louvo..." (1 Cor 11,21-22).

Toda vez que participamos de um almoço comunitário o objetivo é comermos e bebermos na presença dos irmãos. Mas São Paulo deixa muito claro que a "Ceia do Senhor" não é um almoço comunitário.

Com efeito, antes destes versículos, São Paulo dá várias instruções de como os fiéis devem se portar na celebração cristã de Culto ao Senhor. Após os versículos 20 a 22 fica mais que claro que o Apóstolo fala da celebração Eucarística, isto é, o oferecimento do Sacrifício de Cristo sob as espécies do pão e do vinho e a comunhão destas espécies entre os fiéis, tal como Jesus ensinou:




"Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente. Tal foi o ensinamento de Jesus na sinagoga de Cafarnaum" (Jo 6, 53-59).

Uma reunião entre fiéis, que possui ministro, manifestação do Espírito Santo, cânticos, leituras, comunhão do Corpo e Sangue do Senhor, isso por acaso se parece com um almoço comunitário?

A associação da "Ceia do Senhor" como celebração de culto de adoração a Deus é mais que evidente na primeira carta paulina aos Coríntios. Mas para isto os sabatistas fazem vistas grossas.

É ponto pacífico entre todos os cristãos, imagino - que a "Ceia do Senhor" se dava no primeiro dia da semana.

O Testemunho dos Santos Mártires

Os sabatistas dizem que antes do Concílio de Nicéia (325 d.C.) a Igreja Cristã era pura e sem mácula e que Constantino paganizou a Igreja, começando pela institucionalização do domingo como dia de Culto.

A tese deles é desmascarada quanto trazemos ao conhecimento público, textos anteriores a este período que testificam a associação comprovada nas cartas paulinas: Ceia do Senhor + Culto de Adoração + Primeiro dia da semana (ver a parte I deste artigo). Note o leitor que os textos trazidos à tona, não são casos isolados, mas são textos escritos pelo punho dos próprios discípulos diretos dos Apóstolos: Inácio de Antioquia, Policarpo de Esmirna, Pápias de Hierápolis, Clemente de Roma etc.

Quando apresentamos seus textos, os sabatistas alegam que eles traíram seus mestres e adotaram doutrinas pagãs.

Ora, todos eles foram homens célebres e amados pela cristandade antiga, devido à sua grande fidelidade à Doutrina que receberam dos apóstolos, todos eles, sem exceção foram mortos por causa do Evangelho, exatamente porque não queriam confessar a doutrina do Império Romano. Como pode então, os sabatistas imputarem a estes heróis da Fé, a adoção de doutrina pagã?

Os sabatistas não conseguem apresentar nenhuma prova material de suas teses. Não conseguem trazer a público um único texto dos quatro primeiros séculos, de autoria de um dos discípulos dos apóstolos ou dos discípulos de seus discípulos, que corrobore seus argumentos. Com efeito, uma maneira de provar que os mártires acima citados traíram seus mestres (os apóstolos) é apresentando textos de outros discípulos dos apóstolos, que testifiquem a guarda do Sábado. Mas os sabatistas são incapazes de fazê-lo.

Primitivos cristãos: sabatistas ou judaizantes?

Quanto ao texto dos antigos cristãos, o máximo que os sabatistas fizeram até hoje é referir-se a textos de Epifânio de Salamina (séc. III) e Santo Agostinho (séc. V), onde os mesmos referem-se a existência de cristãos que guardavam o Sábado.
Com efeito, não só eles, mas outros célebres cristãos da antiguidade (Cipriano de Cartago, Atanásio de Alexandria, São Jerônimo, Fílon de Alexandria, Orígines, etc), fizeram tal referência, nos informando também que estes cristãos também guardavam a Lei Mosaica. Estamos falando de cristãos judaizantes e não de cristãos sabatistas.



Este grupo tem origem naqueles "da parte de Tiago" (cf. Gl 2,12) que não aceitaram as determinações do Concílio de Jerusalém (cf. At 15-16). Como podem ser eles a verdadeira Igreja, os verdadeiros cristãos, os remanescentes?

A falsa associação do Domingo cristão com o paganismo

Teimam em insistir que o Domingo tem origem pagã, só porque este era o dia do deus Sol, dos pagãos. É a mesma coisa se eu afirmasse que o Sábado em origem na adoração de Saturno, embora muitas provas mostrem o contrário. Contra os sabatistas, traremos o testemunho do advogado cristão Tertuliano, que viveu a mais de cem anos antes do Concílio de Nicéia:


"Outros, de novo, certamente com mais informação e maior veracidade, acreditam que o sol é nosso deus. Somos confundidos com os persas, talvez, embora não adoremos o astro do dia pintado numa peça de linho, tendo-o sempre em sua própria órbita. A idéia, não há dúvidas, originou-se de nosso conhecido costume de nos virarmos para o nascente em nossas preces. Mas, vós, muitos de vós, no propósito às vezes de adorar os corpos celestes moveis vossos lábios em direção ao oriente. Da mesma maneira, se dedicamos o dia do sol para nossas celebrações, é por uma razão muito diferente da dos adoradores do sol. Temos alguma semelhança convosco que dedicais o dia de Saturno (Sábado) para repouso e prazer, embora também estejais muito distantes dos costumes judeus, os quais certamente ignorais" (Tertuliano 197 d.C. Apologia part.IV cap. 16).

Como vimos, Tertuliano testifica que a da guarda do primeiro dia da semana pelos cristãos, possui motivo próprio e muito diverso dos pagãos: "Da mesma maneira, se dedicamos o dia do sol para nossas celebrações, é por uma razão muito diferente da dos adoradores do sol".

Não é estranho que a mesma Igreja que deu mártires a Deus, exatamente porque não se curvou à religião do Império, tenha aceitado "sem piscar os olhos" uma observância pagã? Será mesmo que a Igreja no MUNDO INTEIRO tenha traído tão facilmente a doutrina dos apóstolos, como alegam nossos contendores?

Conclusão

Acredito que este terceiro opúsculo, juntamente com os outros dois anteriores, tenha tratado sobre o Dia do Senhor de forma satisfatória.

Muito simples é a apresentação de um argumento teológico com aparente suporte bíblico, até os Espíritas fazem isso em seu "Evangelho segundo o Espiritismo".

Ora, pode haver fonte mais segura sobre a pregação dos apóstolos do que o testemunho de seus discípulos pessoais, aqueles que ouviram a pregação de sua própria boca? Homens estes que devido à tamanha fidelidade à doutrina recebida de seus mestres, morreram por amor a Cristo? Eu creio que não e cada um faça seu próprio juízo.

Esta é a diferença entre a apologética objetiva e sóbria daquela baseada em falsas conjecturas, atropelamento das regras de hermenêutica e exegese bíblicas associado a uma total falta de prova material que corroborem suas teses.

Referências Bibliográficas

LOPES, Félix Garcia. O Decálogo. São Paulo: Paulus, 1995. p. 35.

Leia mais sobre as inverdades do natal aqui nestes links

http://caiafarsa.wordpress.com/natal-festa-paga-ou-odio-cego-contra-a-igreja/

http://caiafarsa.wordpress.com/a-mentira-lutero-criador-da-arvore-de-natal/

Creditos: Fernando Nascimento e site Veritatis


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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Comentário ao “Vinde Espírito Santo”

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Será sempre útil um comentário sobre o valor e a utilidade dessa oração. É o que reproduzimos a continuação.

O bom espírito, o espírito reto, o senso católico é um dom de Deus. Não é uma coisa que o homem encontre com o mero exercício de sua inteligência, mas é algo que sua inteligência encontra movida e vivificada por um dom interno de Deus, que procede do Divino Espírito Santo.

Razão pela qual os homens pedem a Deus o espírito reto por meio da oração, com muita insistência, empenho e humildade, persuadidos que sem um dom celeste, não conseguirão.

Todo bom movimento da alma visando a virtude sobrenatural nos vem da graça de Deus, e essa graça é preciso pedi-la.

Não podemos ter a presunção de que o mero exercício de nossa inteligência é suficiente. Então, pedimos: “Vinde, Espírito Santo”.

Nós temos de pedir que o Divino Espírito Santo venha a habitar dentro de nossa alma com uma intensidade e com uma plenitude cada vez maior,.

Pela habitação do Espírito Santo, nosso espírito se torna capaz dos grandes pensamentos, volições, generosidades, percepções, resoluções, que sem o Espírito Santo é absolutamente impossível praticar.

A alma batizada é um templo onde está permanentemente o Espírito Santo. Quando o Anjo disse a Nossa Senhora que Ela era cheia de graça, disse que Ela era um vaso de eleição que transbordava do Espírito Santo.

A alma de todo santo transborda do Espírito Santo. Nela acaba não havendo a não ser Ele.

Então, o “Veni Sancte Spiritus” pede um dom excelente: "Enchei os corações de vossos fiéis".










Seguido de um outro pedido: “E neles acendei o fogo de vosso amor”.

É o pedido de que o Divino Espírito acenda em nós o fogo do amor de Deus, das coisas sobrenaturais, da apetência pela boa doutrina, pela virtude, pela generosidade, a luta e a contemplação.

O Espírito Santo é a chama que acende esse pavio que somos nós.

Quantas pessoas ficam desoladas e dizem: “Faço esforços, medito, mas não tomo amor às coisas católicas! A minha alma parece uma alma árida e seca, um deserto sem água...”

Por que isto? É porque está esperando essas qualidades de si própria. Não devo esperar de si, mas da graça de Deus.

Devo pedir, se não tenho. Peço porque não tenho. E, se tenho, peço para ter mais. Nunca na vida se deve deixar de pedir essa moção interna de Deus na alma.

Depois, o hino insiste na idéia de: “Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e tudo será criado”.

Todo o espírito de sensualidade e de orgulho, que são o fundo do oposto, do espírito da Revolução, é estraçalhado quando Deus envia seu Espírito.

O Espírito Santo acende o espírito de humildade, de hierarquia, de pureza.

Um sopro do Divino Espírito Santo pode acabar completamente com o mal no mundo, quer dizer a Revolução. A Revolução é fundamentalmente um espírito mau. Desde que o Divino Espírito Santo tenha pena de nós e que queira agir, Ele pode acabar com a Revolução.

Esse pensamento aparece novamente na oração: “Deus, que pela ilustração do Espírito Santo ensinastes os corações dos fiéis, concedei-nos ‒ e aqui está a coisa importante ‒ saborear no mesmo Espírito as coisas retas e gozar sempre de vossa consolação”.

Se há uma coisa que o mundo de hoje perdeu é o sabor das coisas retas. O mundo de hoje só acha sabor na imoralidade, na agitação, na desordem, na subversão de todos os valores.








Numa cidade como São Paulo, o que é que se está fazendo neste momento?

Vai-se longe o tempo em que os homens encontravam distração, entretenimento, atrativo, estabilidade de alma na consideração das coisas retas.

As coisas retas hoje são tidas como insípidas. O mundo não compreende a delícia das coisas retas, e sobretudo daquelas mais altas que nos levam para o Céu, que nos dirigem para Deus.

Esse sabor das coisas retas, do que é honesto, direito, é o Divino Espírito Santo que nos dá, e devemos pedir que seja restaurado em nós.

Uma relação entre isso e Nossa Senhora:

Ela é a Esposa do Divino Espírito Santo. E como Esposa perfeitíssima e fidelíssima, o Espírito Santo encontra n’Ela a plenitude de sua complacência, e a Ela não recusa coisa alguma.

Por causa disso, Ela é nossa Medianeira seguríssima junto ao Espírito Santo.

Se queremos alguma coisa do Espírito Santo, devemos pedir por meio d’Ela.

Então, pedir a Nossa Senhora especialmente o sabor das coisas retas, elevadas, sublimes, daquilo que na Terra nos fala do Céu e nós da o horror e a aridez para com as coisas que são de outra natureza.


Eis o texto em latim (como é cantado):

1. Veni Sancte Spiritus, et emitte cælitus, lucis tuæ radium.
1. Vinde, Espírito Santo, e enviai do céu um raio de Vossa luz.

2. Veni pater pauperum, veni dator munerum, veni lumen cordium.
2. Vinde, pai dos pobres, vinde dispensador dos dons, vinde luz dos corações.

3. Consolator optime, dulcis hospes animæ, dulce refrigerium.
3. Consolador por excelência, hóspede da alma, nosso doce refrigério.

4. In labore requies, in æstu temperies, infletu solatium.
4. No trabalho, sois repouso; no ardor, sois calma; no pranto, consolo.

5. O lux beatissima, reple cordis intima, tuorum fidelium.
5. Ó luz beatíssima, penetrai até o fundo do coração dos que vos são fiéis.

6. Sine tuo numine, nihil est in homine, nihil est innoxium.
6. Sem vossa graça, nada há no homem, nada que não lhe seja nocivo.

7. Lava quod est sordidum, rega quod est aridum, sana quod est saucium.
7. Lavai o que é impuro, fecundai o que é estéril, ao que está ferido curai.

8. Flecte quod est rigidum, fove quod est frigidum, rege quod est devium.
8. Dobrai o rígido, aquecei o que é frio e o que se extraviou, guiai.

9. Da tuis fidelibus, in te confidentibus, sacrum septenarium.
9. Dai aos que vos são fiéis e em vós confiam, os sete dons sagrados.

10. Da virtutis meritum, da salutis exitum, da perenne gaudium. Amen.
10. Dai-lhes o mérito da virtude, a salvação no termo da vida, a eterna felicidade.

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